segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Mestrado furado!

A POLÍTICA INTERNACIONAL DE INDUSTRIALIZAÇÃO E DESTRUIÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS DO PLANETA

São Paulo, 2008.

“O dia em que a humanidade descobrir que sem chuva não se planta, o dia em que a humanidade descobrir que a árvore não é simplesmente uma “sombra”, o dia em que a humanidade descobrir que sem biodiversidade não há futuro para a vida, o dia em que a humanidade descobrir que tecnologia pode ser autodestrutiva, o dia em que o humanidade descobrir que música também é poesia, o dia em que a humanidade descobrir que dinheiro não se come... talvez o tempo tenha se esgotado para essa espécie.”

Dedico esse trabalho à todos que morreram lutando por um mundo de todos e não à aqueles que privam as pessoas de serem livres.

INTRODUÇÃO

Os Países de todo o mundo sofrem dificuldades econômicas, tais dificuldades são geradas de acordo com seus respectivos padrões de consumo, adquiridos pelos períodos de industrialização. Apesar do Brasil ter passado por períodos de crescimento e aumentado significativamente sua produção nacional, a situação de miséria e violência urbana pioraram.

É fato que todos os países que passaram pelo processo de industrialização tiveram problemas ambientais sérios. O aumento da produção industrial gera uma demanda de minérios, de madeira, de petróleo, de celulose e diversos outros recursos naturais. A agricultura dos países industrializados caminha cada vez mais para o uso de maquinarias e agrotóxicos, afetando diretamente na qualidade dos alimentos.

O Brasil foi alvo de grandes investimentos estrangeiros após os meados do século XX. Boa parte desse investimento foi feito em forma de empréstimos que se tornaram dívidas impagáveis.
Após a década do chamado milagre econômico brasileiro, apareceram as conseqüências de uma política de abertura do mercado à entrada do capital estrangeiro. As conseqüências dessa política de endividamento foram sentidas com os alto índices inflacionários do final da década de 1980. Os elevados índices foram criados pela ação do monopólio da produção na mão de empresas multinacionais e pela falta de ajuda ao setor da agricultura que mergulhou numa crise. A crise da agricultura resultou no inchamento das grandes cidades.

São Paulo e região metropolitana detém uma população aproximada de 20 milhões de pessoas. As implicações sobre o fato de 20 milhões de pessoas viverem em um círculo de aproximadamente 70 quilômetros de diâmetro, são graves. Doenças se propagam em meio a multidão, transito está parado e a quantidade de esgotos domésticos e industriais tiraram toda a vida dos rios que cortam a cidade.
O transito se transforma em um caos. O desenvolvimento dos meios de transportes associado à fama da cidade de São Paulo atraem novos moradores. Apesar de ter cessado o “boom” industrial e de muitas industrias estarem se deslocando para o interior, a cidade continua crescendo.

A dependência externa fez com que o capital fosse deslocado para os países ricos, gerando um déficit nos investimentos públicos em sistemas coletivos de transporte, priorizando os veículos individuais: carros.
São Paulo tem hoje o metro mais sobrecarregado do mundo, devido à ausência de investimentos efetivos.

OBJETO DE ESTUDO:
As causas do desastre Urbanístico, ambiental e industrial de diversas Metrópoles e megalópoles do mundo.


Os períodos de industrialização:



Os períodos de industrialização intercalam as revoluções industriais

1º Período de 1800 a 1900 aproximadamente.


O primeiro período de industrialização foi marcado pelo surgimento do processo industrial no mundo e da industrialização com capital nacional. Segundo Pierre George, os países de industrializados por capital nacional são: EUA, Japão, Europa ocidental(alemanhã, frança, holanda, etc...)
O primeiro país a adotar as novas técnicas de produção em massa foi a Inglaterra com a
1ª revolução industrial. Esse modelo de industrialização tomou conta de toda a Europa em 100 anos e ultrapassou os mares chegando aos EUA e ao Japão.
O interessante é perceber que as maiores potências imperialistas do mundo coseguiram se industrializar em 1 século de exploração colonial intensa.




Inglaterra

A maior potência imperialista da época foi também o país que teve o maior capital para investimento na industrialização, capital esse que foi adquirido sobre a exploração das colônias.


EUA

O norte dos estados unidos seguiu os passos de sua antiga metrópole e conseguiu concluir sua industrialização com capital nacional.


Japão

O Japão, como grande potência da época, tinha o controle sobre todo o litoral asiático, sobre a pesca, através de um forte exército que conseguiu derrotar a Rússia no século XIX.
O Japão percebeu a industrialização que se expandia sobre a economia dos países imperialistas do ocidente e buscou a sua industrialização em meados do Século XIX.
Sabendo o que estava ocorrendo dentro dos demais.
O Japão construiu grandes cidades, com gigantescos prédios em uma zona sísmica intensa. Atualmente Tókio e Osaca

França

Apesar do relativo atraso do desenvolvimento industrial em relação a Inglaterra, a França conseguiu efetivar sua industrialização com capital nacional. Dessa forma se consolidou como potência industrial no século XX.


Alemanha

Devido ao atraso em sua unificação, a industrialização se fez de forma tardia nos finais do século XIX. Apesar desse relativo atraso à Inglaterra, a Alemanha também se industrializou com capital nacional e por isso se tornou grande potência industrial no século XX.





Segundo período de industrialização

O 2º período foi marcado pela industrialização sem capital nacional, com capital extrangeiro.

Todos os países latino americanos, a áfrica do sul, o Egito e em especial os países da antiga URSS.

África do Sul

O país africano que mais recebeu imigrantes brancos foi também o que mais recebeu investimentos. A AFS se transformou em uma porta de entrada para as empresas ocidentais no continente. Cidade do Cabo foi palco dos maiores investimentos por parte de empresas multinacionais que buscavam os baixos salários pagos aos negros oprimidos pelo apartheid.




Brasil



O Brasil, como típica colônia do período mercantilista, foi proibido pela metrópole portuguesa, sob égide do império industrial britânico, de produzir qualquer tipo de produto industrializado até o início do século XX. Apartir do início do século XX os países ricos em conflitos entre as grandes guerras abriram brechas para o início da industrialização nas antigas colônias. Até a década de 1950 a maior parte das indústrias no Brasil apresentavam baixo grau de desenvolvimento tecnológico porém a maior parte do capital ainda era nacional. Foi apartir do Governo de Juscelinho Kubtshec que o Brasil abriu as portas para as empresas de capital estrangeiro, o que deixou a economia a economia e a política nacional cada vez mais dependente do exterior.
Apesar de todo o desenvolvimento industrial vivido no Brasil, o resultado para o meio ambiente foi nefasto. Praticamente todo o bioma da mata atlântica foi destruído nos anos de industrialização.
São Paulo foi o principal eixo de investimento industrial, porém todo o Brasil entrou na dinâmica do desenvolvimento da indústria.
A industrialização e urbanização resultaram em uma das maiores catástrofes ambientais da história da humanidade. A floresta atlântica, um dos biomas mais ricos do planeta, foi destruído e hoje sobram somente algumas manchas de floresta sobre relevos serranos que não interessaram a agricultura comercial. A agricultura intensiva foi implantada sem o questionamento dos efeitos nocivos na natureza.

URSS

Josef Stalin implantou um plano de industrialização a base da super-exploração do trabalho humano, em detrimento de uma casta burocrática da qual fazia parte. Dessa forma Stalin conseguiu fazer a maior revolução industrial já vista em um país. O fato da prioridade de investimento ser concentrada no setor industrial militar deixou o mundo em pânico no período da guerra fria. Dessa forma a revolução perdeu o foco do bem estar humano e se tornou um estado burocrático centralizado e repressor.
Dentro da Antiga URSS existiam alguns países que avançaram mais que outros em relação ao nível industrial. A Ucrânia foi um dos países altamente industrializados e infelizmente pagaram caro pela indústria nuclear.


O Terceiro período de industrialização

Inicia-se após a 3ª terceira revolução industrial quando o leste asiático passa a receber forte investimento estrangeiro.

Os países industrializados são os países da periferia do império japonês: China, Coréia do Sul, Taiwan, Philipinas, malásia, etc...

China
Com a criação das ZEE´S , a china optou pela mesmo caminho do Brasil da década de 1950. Sem se preocupar com o meio ambiente, as autoridades chinesas abriram o mercado chinês à especulação das grandes empresas. A busca pela mão de obra barata chinesa fez com que a partir da década de 1970 diversas empresas transnacionais se deslocassem de países latinos para a china.

Com muita mão de Obra e pouca tecnologia, a china formou uma contradição perfeita para o a entrada de capital. O governo comunista abriu as portas para a invasão do aumento da produtividade em troca da destruição dos recursos naturais.

Coréia do Sul

A Coréia do Sul foi o único país que atingiu elevado grau de IDH apesar de terem se industrializado tardiamente. Isso somente aconteceu devido a uma política internacional de imposição do capitalismo frente as antigas potências socialistas extintas. Ou seja, a industrialização e desenvolvimento da Coréia do sul foi consequência de uma política de luta contra o comunismo.

Os tigres asiáticos

A busca pela mão de obra barata atravessou as fronteiras da china e atingiu os chamados tigres asiáticos.



Características dos Países industrializados.

Países desenvolvidos
Segundo Yves lacoste em seu livro Geografia do Subdesenvolvimento, ele afirma que os termo “países desenvolvidos” e em “desenvolvimento”, foram criados por grandes empresas com o objetivo de criar uma falsa impressão de que desenvolvidos são os países industrializados, com alta tecnologia. Podemos desconsiderar esse termo pois as industrias poluidoras que foram deslocadas para regiões como o Brasil e a China, não trouxeram desenvolvimento dentro do meio ambiente,somente na economia. De nada vale a economia desenvolvida sem um meio sadio e o objetivo deste trabalho é justamente provar que o desenvolvimento econômico é o grande vilão do meio ambiente sustentável. Contribuindo para o pensamento de Yves Lacoste, podemos prever que assim como as empresas criaram o termo subdesenvolvidos para estimularem a industrialização dos países pobres, foi criado um novo termo para maquiar a poluição gerada pela industrialização.Esse novo termo é o chamado desenvolvimento sustentável. O Desenvolvimento sustentável é o novo termo apresentado pelas empresas como novo paradigma ambiental. Ou seja, quem sempre poluiu agora está querendo impor uma nova ideologia de crescimento e preservação do meio ambiente. O problema é que crescimento-desenvolvimento industrial e econômico sempre resultaram na destruição do meio ambiente.
Os países desenvolvidos, nos quais prefiro a denominação como países ricos,


A Urbanização como conseqüência do processo industrial

A indústria dos países ricos, produziram os implementos agrícolas que “modernizaram” a agricultura dos países pobres, e por sua vez geraram os grandes êxodos rurais em toda a América Latina. O surgimento das grandes cidades criaram condições para a formação de um classe operária urbana que logo atraíram empresas transnacionais.

A agricultura moderna pode ser qualificada como a grande responsável pela criação das grandes cidades poluidoras do século XX. Grandes cidades cresceram de maneira descontrolada duevido à ganância de grandes empresas. Grandes empresas que impuseram uma agricultura monocultura a base de pesticidas e tratores que dispensava o trabalho humano.

A Cidade

A cidade se comporta como um grande presídio onde as pessoas são presas a trabalhos degradantes, onde vivem em pequenos cubículos que aparentam celas. Além do trabalho vinculado a grande circulação de capitais, no interior das cidades, existe também uma não vivência com o meio de onde provêm os alimentos. Sem saber, muitos dos cidadães consomem os venenos que a moderna agricultura proporcionou com a monocultura.

A Urbanização imprimiu uma nova forma de produção: A produção industrial.
A agricultura trabalha a base de um novo processo industrial, onde o importante é a produtividade e não a qualidade do que estamos produzindo.

A inconsciência produtiva

A indústrias de papel não estão preocupadas se a produção da celulose gera resíduos tóxicos para os rios onde são despejados. A indústria de baterias continuam a produzir baterias de baixo rendimento com o objetivo de aumento de vendas e consequêntemente do consumo. O alto índice produtivo está relacionado com o desenvolvimento produtivo porém nao podemos crer que ele é racional. Afinal, é racional extimular a produmção de baterias radioativas? é racional aumentar o consumo de cobre por lâmpadas?



A dívida externa faz mal ao meio ambiente

O fato do país pagar boa parte de sua renda nacional em juros da dívida exige o país cresça sua economia constantemente para evitar crises rotineiras de abastecimento da população. O dinheiro que poderiam gerar empregos é desviado pelo pagamento da divida.

O crescimento econômico sempre esteve associado à destruição do meio ambiente.

A exigência constante de crescimento econômico exige com que o Brasil exporte mais para adquirir dólares, para o pagamento da dívida. A busca pelos dólares causa o desmatamento, seja pelo extração de madeira ou expansão da fronteira agrícola.


REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E REVOLUÇÃO VERDE

Quando o setor industrial surgiu na europa, a conseqüência sobre a agricultura demorou algum tempo até que ocorressem mudanças na estrutura agricola mundial. A agricultura esperava pela criação da indústria para a agricultura, para que posteriormente a agricultura adquirisse características industriais.
A introdução dos tratores criou novos desempregados do campo. O problema não era a dispensa do trabalho rural, mais sim a super-exploração encontrada nas cidades industriais do século XIX e posteriormente na América latina do século XX.
A revolução verde vai além dos tratores e passa uma nova exigência para os proprietários: Os produtos químicos.

A agricultura comercial aumentou sua produtividade através da revolução verde, quebrando os proprietários mais pobres e obrigando os médios proprietários a comprar os produtos químicos necessários para o aumento da produtividade.
O aumento da produtividade na agricultura resultou na diminuição do preço dos alimentos e possibilitou a industrialização. Ou seja, uma porcentagem de 15% dos seres humanos que vivem no Brasil são capazes de produzir alimentos o suficiente para os 85% que vivem nas cidades e para exportação.
Os rendimentos na agricultura são muito baixos fazendo que com os pequenos proprietários sejam um grupo social em extinção.

A produção agricola centralizadora fez com que a produçao de alimentos "horti-fruti", os chamados cinturões verdes. Assim os alimentos que consumimos dentro das cidades são produzidos bem próximo das mesmas. A volta das grandes cidades se localizam rios poluidos que são utilizados na irrigação dos nossos alimentos.

A Produção industrial da soja, do eucalipto, da celulose trouxe a imponência da política de produção centralizadora.

A politica centralizadora e a descentralizadora de alimentos:

A politica descentralizadora é aquela praticada em assentamentos agricolas indigenas onde a produção é distribuida diretamente a todas as partes e a politica centralizadora da produção é aquela aonde a produção é concentrada em grandes cidades e posteriormente distribuida.
Esse transporte ao centro distribuidor é responsável pela segunda maior parte de disperdicio de produtos , a maior parte do disperdício é aquele que fica parado na prateleira.



A Reformas nas cidades européias

Cidades como Londres, Paris e Berlin passaram por projetos de replanejamento industrial e despoluição dos rios. Apesar de não estarem com um nível de poluição tão alto quanto o de São Paulo, essas cidades são responsáveis pelo consumo da maior parte das riquezas produzidas em países pobres.Isso somente foi possível nesses países por que muitas das empresas poluidoras foram transportadas para os EUA e toda a América latina.
O caos vivido em Londres, apontado por Friederich Engels em seu livro “A situação da classe trabalhadora na Inglaterra “ passou a ser vivida em grandes cidades como São Paulo e Cidade do México.


A falta de recursos para as reformas necessárias nos países pobres, cria o atual cenário de descaso dos estados latino americanos com a infra-estrutura do país.





O descaso nas cidades latino-americanas

O Crise do Congestionameto

Entre os problemas causados pela irracionalidade do crescimento na cidade de São Paulo está o trânsito congestionado. O trânsito está associado à ausência de uma política efetiva de desconcentração das cidades, de geração de empregos e não de fuga de empresas que vão somente atrás de mão de obra mais barata.



Importância do estudo:

Nossas cidades estão se transformando em grandes “colméias prisionais humanas”. As pessoas são condicionadas cada vez mais a superlotação de metrôs e trens. Isso é fruto de uma política internacional de esvaziar os campos e inchar as cidades gerando cada vez mais a exploração do trabalho humano. O estudo será concentrado dentro da cidade de São Paulo, porém a abrangência vai muito além do simples sítio urbano de São Paulo.

A cidade de São Paulo, do ponto de vista ambiental é destacada pelos seguintes apectos:
São Paulo é a maior cidade do hemisfério sul. São Paulo é a capital econômica do 5 maior país do mundo.
Passou nos últimos


Metodologia

A finalização do trabalho será realizado com a apresentação do vídeo , resultado deste trabalho acadêmico: “ A Política de Destruição dos Recursos Naturais do Planeta”
O roteiro do documentário seguirá a linha de pesquisa do trabalho e terá divulgação gratuita pela internet. Os roteiro incluindo Madrid e Londres depende de auxílio pesquisa pela FAPESP, CNPq ou mesmo por meio de bolsa mestrado que estou concorrendo pela Secretaria de educação do Estado de São Paulo.




CRONOGRAMA



1 º Semestre de 2009


Tempo Atividade Local


JANEIRO




Pesquisa de Campo:
Pesquisa com populares e busca de informações e dados relativos à concentração industrial e urbanização da região.



RECIFE-PE

E

MANAUS - AM



FEVEREIRO




Edição de Vídeo


Recife - São Paulo




MARÇO

Levantamento Bibliográfico

Bibliotecas USP

ABRIL

Levantamento Bibliográfico

Bibliotecas PUC

MAIO

Levantamento de Dados

Visita ao IBGE busca de dados Industriais e Urbanos de São Paulo.



JUNHO




Levantamento de Dados

Visita aos órgão responsáveis da Prefeitura de São Paulo e do Governo do Estado de São Paulo na busca pelos dados de investimentos feitos em reforma Urbana.








2º Semestre de 2009
Tempo Atividade


JULHO

Pesquisa sobre a linha férrea São Paul-Riberão Preto e São José do Rio preto. Com o objetivo de identificar os eixos de urbanização e industrialização e a atual desconcentração industrial que avança sobre o interior de São Paulo. Estudar e conhecer as grandes empresas que controlam a produção de cana de açúcar com mão de obra semi-escrava nordestina.

Riberão Preto

São José do rio Preto

Araraquara

Campinas

Americana

Santa bárbara do oeste

Piracicaba


AGOSTO
Edição de Vídeos
E
Levantamento Bibliográfico


São Paulo: levantamento de livros de diversas bibliotecas públicas para pesquisa.


SETEMBRO
OUTUBRO


1º Semestre de 2010

JANEIRO

Filmagem

Rio de Janeiro
Santos
Curitiba
Florianópolis
Joinville
Porto Alegre



FEVEREIRO


Edição e elaboração da dissertação.


São Paulo


MARÇO




Elaboração da Dissertação


São Paulo
ABRIL

Elaboração da Dissertação

São Paulo

MAIO

Elaboração da Dissertação

São Paulo


JULHO
Filmagens e entrevistas com populares e professores de universidades.
Londres
e/ou
Madrid
e/ou
Cidade do México


AGOSTO DE 2010: Apresentação do documentário e defesa da dissertação.




REFERÊNCIAS

ENGELS, F. A situação da classe trabalhadora na inglaterra.

LACOSTE, YVES. Geografia do Subdesenvolvimento. ED. DIFEL 1985.

GEORGE, Pierre. Geografia Econômica

GEORGE, Pierre. Geografia da População ed. Difel

SPOSITO, M. Capitalismo e Urbanização
ANDRADE, Manuel Correa de. A Rede Urbana



GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América latina 4ª ed. Editora Paz e terra; Rio de Janeiro, 1978.



http://www.indianembassy.org.br/port/oportunidades_book/economia.htm


http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cidade/conteudo_307952.shtml

http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=141&id_pagina=1

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