Triste visão do paraíso
Uma televisão de "trinta e dez" polegadas
triste agonia do destino
calar a boca e cantar o hino
seres humanos condenados
alienados a serviço dos ratos
marionetes a serviço dos ratos
Foraaaa! fora do ar!
Voce tem alguns dias para cumprir sua funçao!
o resto dos seus dias voce passa em frente a televisão
ja pensaram nisso e programaram a sua manipulção
Atraves de propagandas que incentivam sua ambinçao
geram geraçoes aptas a prostituiça!
fora! fora do arr!
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
O que eles querem de você
Acorda bem cedo vai pra escola ou pro trabalho
Veste o uniforme ou a farda de soldado
agora voce leva as mãos para a cabeça
agora voce! cale a boca e não se esqueça!
que é isso o que eles querem de voce!
humilhação, exploração , prostiuiçao...
Sempre acuado, voce esta desempregado!
quando empregado faz papel de otário
agora o patrão passa a mão na sua cabeça
agora voce! cale a boca e obedeça!
É isso oque eles querem de voce!
Sempre atrasado, está preso a um semaforo
Escravizado dia a dia no seu carro
sempre oprimido e bem empregado
agora você leva as mão para cabeça
agora voce! cale a boca e obedeça!
É isso o que eles querem de voce!
Preso ao seu quarto lendo um livro caro!
Preso ao seu mundo de bebidas e cigarros!
agora as drogas lhe fazem a cabeça!
agora entorpecido, cale a boca e obedeça!
Preso a um diploma que mediu a sua cabeça
Preso a um mundo de muitas incertezas
Agora voce é o espelho da inconsciencia !
agora voce é doutor em lenga lenga!
Ouça essa música em :
www.Tramavirtual.com.br/dr_nulo
Veste o uniforme ou a farda de soldado
agora voce leva as mãos para a cabeça
agora voce! cale a boca e não se esqueça!
que é isso o que eles querem de voce!
humilhação, exploração , prostiuiçao...
Sempre acuado, voce esta desempregado!
quando empregado faz papel de otário
agora o patrão passa a mão na sua cabeça
agora voce! cale a boca e obedeça!
É isso oque eles querem de voce!
Sempre atrasado, está preso a um semaforo
Escravizado dia a dia no seu carro
sempre oprimido e bem empregado
agora você leva as mão para cabeça
agora voce! cale a boca e obedeça!
É isso o que eles querem de voce!
Preso ao seu quarto lendo um livro caro!
Preso ao seu mundo de bebidas e cigarros!
agora as drogas lhe fazem a cabeça!
agora entorpecido, cale a boca e obedeça!
Preso a um diploma que mediu a sua cabeça
Preso a um mundo de muitas incertezas
Agora voce é o espelho da inconsciencia !
agora voce é doutor em lenga lenga!
Ouça essa música em :
www.Tramavirtual.com.br/dr_nulo
A marcha para a escravização
Humanos cultivados entre grades.todos buscam a satifação.atrás de uma mentira que é verdade.domingo é dia de televisão!A marcha para a escravização!Abrem-se os olhos para o ínicio da jornada.todos vão as ruas procurando a sua enchada.quando chega a hora voltam a suas jaulas! o maior temor é acordar nas calçadas!A marcha...Siga bem em frente nunca olhe para trás Pois quem olha pra trás perde o rumo e além do mais...fica sabendo sobre o por que da marcha.rega a forturna e semeia a desgraça!A marcha...Siga bem em frente nunca dê ouvidostropesse em uma pedra e torne-se um mendigo.olhe para o lado e veja a multidão ...que a cada tropeço a marcha perde a sua razão!A marcha...
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Forum Social Mundial 2009
Belém do Pará vamos nós!
A cerca de 4 anos, estava com um grupo de malukos a caminho do forum social mundial em porto alegre no RS. Porr@#@! o que foi aquilo! É impressionante a capacidade organizativa da juventude dos países pobres, e pena que muitas das organizações são meras faxadas politicas. Fui ao forum com um grupo de troskos do qual fazia parte e que ainda devo muito respeito apesar de todas divergências.
O forum social mundial é um espaço riquíssimo para discuções politicas, entre elas fiz parte da formaçao de um grupo que nao sei se ainda esta na ativa, o Movimento Nacional pela liberaçao das drogas, MNLD. Interessante foi a iniciativa do grupo em chamar todos para uma discuçao sobre a luta contra a guerra as drogas, que geram mais mortos que as próprias drogas.
Vou ao forum novamente com o objetivo de fazer videos sobre o encontro e divulgar alguns filmes, entre eles os Zeitgeists. Ainda espero resposta do Projeto venus ou do proprio moviemnto nos EUA pra saber se eles vem. de qualquer maneira deixo o site no ar:
http://www.thezeitgeistmovement.com/
A cerca de 4 anos, estava com um grupo de malukos a caminho do forum social mundial em porto alegre no RS. Porr@#@! o que foi aquilo! É impressionante a capacidade organizativa da juventude dos países pobres, e pena que muitas das organizações são meras faxadas politicas. Fui ao forum com um grupo de troskos do qual fazia parte e que ainda devo muito respeito apesar de todas divergências.
O forum social mundial é um espaço riquíssimo para discuções politicas, entre elas fiz parte da formaçao de um grupo que nao sei se ainda esta na ativa, o Movimento Nacional pela liberaçao das drogas, MNLD. Interessante foi a iniciativa do grupo em chamar todos para uma discuçao sobre a luta contra a guerra as drogas, que geram mais mortos que as próprias drogas.
Vou ao forum novamente com o objetivo de fazer videos sobre o encontro e divulgar alguns filmes, entre eles os Zeitgeists. Ainda espero resposta do Projeto venus ou do proprio moviemnto nos EUA pra saber se eles vem. de qualquer maneira deixo o site no ar:
http://www.thezeitgeistmovement.com/
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
PIC FURADO!
O CONTROLE ESTATAL SOBRE A MIGRAÇÃO INTERNACIONAL
“Controle populacional de cima para baixo"
São Paulo,2008.
RESUMO: Há muito tempo a imigração é uma forma de sobrevivência humana. Infelizmente os estados negam esse mecanismo de sobrevivência
Vivemos em mundo dividido em estados nacionais que defendem seus intesses e que controlam a migração a nível mundial. A xenofobia é a ideologia empregada para o apoio popular no controle de imigrantes em muitos países ricos. Os governos cada vez mais impõe restrições para a entrada de imigrantes de países pobres, com apoio da classe média amedrontada pelo aumento da competição no mercado de trabalho. Os imigrantes em excesso significa o fim do estado de bem estar social dos países ricos.
Existe hoje a necessidade da absorção de mão-de-obra jovem pelo países ricos, mais em excesso não os interessa. O envelhecimento da populaçao dos países ricos trás a diminuição da PEA e conseqüentemente diversos problemas para a previdência social. Os países ricos necessitam principalmente dos trabalhadores de mão-de-obra pesada(não qualificada), ou seja de trabalhadores braçais para a contrução civil, para limpeza e higiene publica, entre outros serviços que muitos americanos e europeus se negam a fazer. Interessa a esses países uma pequena quantia de imigrantes, e essa pequena quantia é muito menor que a atual oferta de imigrantes. A "solução final" por parte dos governantes é conter a imigração, negar o direito de ir e vir a maior parte da população miserável latino americana, africana , asíática, etc…
As conseqüencias da imigração em massa para os países ricos é arma da mídia e do governo contra os imigrantes. Quando a televisão cita o aumento do índice de violência, ela logo associa aos novos imigrantes que trazem consigo a tão indesejada pobreza. Devido a isso, a classe média se comporta amedrontada e passivamente frente às atrocidades que os governos dos países ricos praticam aos imigrantes pobres. Ora, a imigração se comporta como um fenômeno natural na história da humanidade, por outro lado é tratado como caso de repressão estatal contra os pobres.
Após os longos anos de colonizaçao e exploração dos países ricos sobre os pobres, agora os pobres que não deixaram de ser pobres pedem sua parte, e a migração dos países pobres para os ricos se comporta como uma vingaça da pobreza sobre a riqueza.
No atual quadro global, encontramos diversos fluxos migratórios. Porém, o que mais se destaca é o fluxo de migrantes de países de baixa renda per capta para países de alta. Esse tipo de migração desenvolve uma política repressão ao processo. Nos Estados Unidos os latinos são Milhões e o espanhol já é a segunda ligua mais falada no território norte americano. Em Maio de 2006, mais de 1 milhão de latinos saíram às ruas, para um protesto em todo país contra o enrijecimento das leis contra a imigração.
Na alemanha os turcos se destacam na porcentagem populacional assim como os indianos na inglaterra. Os imigrantes já formam boa porcentagem da população economicamente ativa desses países.
É importante saber o por que do fechamento das fronteiras. Os países ricos se fecham, retiram direitos civis, armam um circo contra aqueles que querem uma assistência social digna do estado, não encontrada em seu país “subdesenvolvido”. Para o sistema capitalista a nível mundial é interessante grande quantidade de trabalhadores nos países pobres. Parece óbvio, mais o trabalhador pobre que migra para um país rico é uma “pedra no sapato” do governo, pois no futuro ele aumentará a população desses países, acarretando maiores gastos sociais para manter a calmaria social aparente nesses países.
Na frança, a vingança da pobreza contra a riquiza se reflete no número de imigrantes africanos nesse país, principalmente argelianos. Em 2006 na França, imigrantes africanos e descendentes, fizeram uma protesto ao seu modo: queimaram carros por toda a cidade e praticaram diversos ataques na capital francesa. Esse é um claro sinal do fim da calmaria social gerada pelo estado de bem estar social, atuamente em crise.
Palavras-chave: Xenofobia; PIB; fronteiras reais e abstratas; processo migracional;
Introdução: Caracterizando o processo
O processo migratório durante toda a história da humanidade ocorreu por motivos de adaptação e sobrevivência a uma nova realidade dada. Essa realidade são os momentos de difilculdades enfrentadas por um grupo étnico.
Atualmente o poderio econômico de um país é o grande motivador migracional. Quando falamos de movimentos populacionais, não podemos deixar de escapar alguns dados em nosso estudo: Atualmente mais de 6,7 bilhões de seres humanos vivem no planeta. Apenas 1 bilhão vivem em países ricos. O excesso populacional nos países pobres exige novas estratégias de contenção populacional: fechamento de fronteiras reais e abstratas; fazendo assim o controle populacional e condenando bilhões a viverem na miséria de seus países. Negam-lhes o direito de um trabalho bem remunerado, o direito de vender sua mão-de-obra, a única propriedade ainda restante para a maioria dos trabalhadores a nível global.
Desse modo identificamos uma atuação estatal: o selecionamento de imigrantes. Para obter um visto, o imigrante precisa provar que tem condições financeiras em seu pais de origem, negando assim o direito de ir e vir ao imigrante pobre. Este é um condicionamento à maioria dos trabalhadores do mundo, lhes negando o direito que deve ser inalienável: o direto de ir e vir, sem discriminações. O mundo se tornou uma grande prisão, bilhões de trabalhadores estão presos aos países de origem, com um salário que mal garante sua alimentação.
As economias dos diversos países são excludentes no termo: valor da renda Per capta. Existe uma relação importante a ser observada entre os países com alta renda per capta e moeda forte. Os países de Baixo IDH e renda per capta sofrem com a ausência de trabalhos e salários dignos. Um trabalhador norte americano recebe em média um salario 10 vezes maior que um brasileiro para fazer um mesmo trabalho. Os trabalhadores do submundo recebem baixos salários realizando tarefas idênticas as dos trabalhadores dos países ricos.
Se fizermos essa conta dos chineses para os americanos teremos um rendimento médio americano superior a 30 vezes o salário de um chines. Esse é o mundo capitalista, a mao-de-obra(pessoas) tem valor como qualquer mercadoria, o que muda é o rótulo chines, americano, brasileiro,etc. Todos trabalhadores do mundo estão rotulados com preço de tabela.
O PASSAPORTE
O atual espaço Geográfico se caracteriza pela intensa fragmentação do espaço através dos estados nacionais. A criação do passaporte no século XIX é o maior ícone da criação de fronteiras legais(abstratas) fortalecendo o controle migracional. Os diversos problemas sociais que afligem países como: a guerra, a dependência econômica e a dominação das empresas multinacionais no cenário Geopolítico são os grandes responsáveis pelo crescimento do processo migracional.
A divisão internacional do trabalho é o grande responsavel pelo processo migracional e o passaporte , assim como as identidades, são os grandes responsáveis pela atuação estatal segregacionista. A identidade garante a um país X determinar através do passaporte, se no país Y o identificado possui bens e faz parte de uma classe privilegiada. Para os pobres: O caminho de volta a fome e a miséria.
O direito de ir e vir se restringe cada vez mais com o desenvolvimento dos processos de identificação e visto de um passageiro. Apesar do grande desenvolvimento na área de transportes: como navios, carros, caminhões e aviões, a dificuldade para os imigrantes pobres aumentaram.
As elites dos diversos países ricos e emergentes do eixo ocidental, tem livre acesso a maior parte dos países do globo, salvo exceções por questões diplomáticas como acontecem no Irã, na coréia do norte e outros inimigos diplomáticos . Logo, a maior parte dos trabalhadores a nível mundial são barrados condianamente.
O PROCESSO MIGRACIONAL
O processo migracional pode ser delimitado através de suas origens. Suas origens devem ser explicadas pela raiz. Atualmente os grandes processos migracionais estão relacionados com o intenso distanciamento social entre os países de elevada e os de baixa renda per capta. O IDH está proporcionalmente relacionado com o valor do PIB per capta de cada pais. O distanciamento provocado pelos países, deixa de ser terrestre para se tornar jurídico. Apesar do desenvolvimento das redes de transportes, o fechamento das fronteiras no campo jurídico é a maior barreira imposta ao migrante. Nesse contexto, com a criação do passaporte, a migração passa a ter um controle político intenso. Esse tipo de barreira é nomeada de fronteira abstrata ou legal. O passaporte nada mais é do que uma ferramenta de controle estatal por parte dos governos para efetivar a existencia dessa fronteira abstrata..
A lei do desenvolvimento desigual e combinado desenvolvida por Leon Trotsky, trás a tona o por que das diferenças econômicas regionais, apontadas no presente trabalho. O desenvolvimento desigual é um conceito utilizado por Trotsky no seu livro “ Revolução Permanente” que desiguina a função e desenvolvimentos desiguais e combinados entre os países pobres e ricos. Nessa conceituação ele destaca que os países não são pobres somente por serem menos competitivos e competentes que as outras economias, mais são pobres por que o sistema capitalista assim os desejam a nível mundial. Tudo começa com a criação pelas antigas metrópoles coloniais: As colônias de exploração e povoamento. As colônias de exploração eram responsáveis por produzir muito, por muito pouco. Assim eram responsáveis pela mão de obra escrava que levaria o continente europeu ao auge econômico hoje vivido. Na atualidade, os impérios americano e europeu, levam até os países pobres a exploração da mão-de-obra barata através da intervenção política das empresas multinacionais. Nessa condição entendemos que o mundo continua divido em zonas de exploração. A migração de uma zona para a outra representa uma ameaça ao desequilíbrio desse sistema.
Tipos de fronteiras: Reais e Abstratas(burocráticas)
As fronteiras reais são aquelas que estão dividindo os países concretamente: São rios, montanhas, uma linha demarcada, uma muralha, falhas geológicas, cercas , guaritas , entre outras formas naturais ou artificais que o ser humano delimita ou cria. Logo as Fronteiras Abstratas são aquelas onde a lei impera.
As leis são legitimadoras das fronteiras reais , porém sua existência é paralela por que parte dentro da ética, costumes e regras sociais humanas. Ou seja, as leis legitimam o que a cultura delimita e fortalece a divisão entre os povos. Fronteiras abstratas também são delimitadas pela existência de linguas divergentes, de dialetos e outras formas humanas de heterogeinização da sociedade. Logo temos dentro de um país muitas fronteiras abstratas, como no brasil, com seus diversos sotaques ou no canadá com a divisão regional de linguas(frances e inglês). As fronteiras Abstratas ainda podem ser subdivididas em fronteiras jurídicas , étnicas, religiosas, ideológicas, numa gama possivelmente infinita de fronteiras a serem pensadas.
A Mundialização da lingua inglesa no auxílio a imigração
Devido ao desenvolvimento dos meios de comunicação nos EUA, a lingua inglesa se tornou mundial , ajudando muito na adaptação do imigrante em um novo país.
Tanto se fala da ALCA, mas e a ALTA?
Muito se fala sobre a criação da Área de Livre Comércio das Américas. Para as grandes econômias capitalistas é importante que a exploração da grande massa popular latino-americana continue. A europa e os EUA que tanto exploraram os países latinos, hoje se negam a receber os imigrantes, mais não negam a troca injusta de mercadorias. É importante para nós professores de Geografia, que por todo o país ensinamos sobre blocos econômicos, ensinarmos também sobre imigração internacional e exigir uma nova sigla para a ALCA. Essa nova sigla deveria se chamar ALTA, a Área de livre transito das américas. Poís além de abordadar a reinvidicação burguesa de comércio e também contempla a reinvidicação proletária de imigação.
Aos EUA interessam comprar laranja, café, minério de ferro, todos a preço mínimo, de uma grande senzala chamada Brasil. Quanto mais trabalhadores miseráveis ficarem no brasil , mais exército de reserva para o favorecimento da exploração da mercadoria mão-de-obra.
Temos sempre que pensar que no brasil, quem recebe salário mínimo é praticamente um escravo, pois recebe pra comer e domir. Nas grandes cidades brasileiras 415 reais mal alimenta o trabalhador, o que dizer de seus filhos. Também temos que lembrar que a mão-de-obra é uma mercadoria, e ela vale de acordo com a sua abundância e funcionalidade a nivel mundial. A funcionalidade do brasil é produzir produtos baratos para os países ricos. Da cana pro café, do café pra soja, eucalipito, laranja, entre outros produtos que vendemos a “preço de banana”.
A falta de mão-de-obra nos países ricos é outro fator que evita a desvalorização da mão-de-obra. Em contra partida o excesso de mão-de-obra nos países pobres é preocupante, obedencendo a lei de mercado, o custo da mão-de-obra é mínimo. O mesmo acontece com a china, porém em um grau ainda mais acentuado.
Crise dos idosos: As previdencias sociais em risco
A natalidade vem sendo controlada a nível mundial. Os países ricos sairam na frente no controle populacional seguindos pelos países latino-americanos e “emergentes”. Os Países europeus já sofrem com a falta de jovens que é suprida pela imigração controlada. Por outro lado, os países latinos, apesar de terem taxas de natalidade superiores as da europa, com a migração, e com o pagamento das dívidas externas, são os primeiros a sofrer os problemas da falta de jovens e aumento de idosos, são os primeiros a sofrer a crise da previdencia. No Brasil as dividas da previdencia são cada vez maiores. Por outro lado a distribuição dos beneficios no Brasil é irracional, tendo em vista que muitos aposentados recebem aposentadorias milhonárias. As aposentdorias milhonárias são também( e provavelmente a grande responsáveis) reponsáveis pela atual crise da previdência no brasil. Por isso, devido a fuga de trabalhadores para os países ricos , associados a má distribuição das pensões, a crise nas previdências latino-americanas são eminentes a medio prazo(proximos 20 anos).
A polítca suja do governo americano pós-revolução cubana
Cuba é um país que tem muito a ensinar a toda a américa latina. Sofreu durante seu período colonial, sofreu durante o período de denomínio norte americano, e sofre hoje com o domínio que os EUA tem sobre a américa latina. O bloqueio americano a ilha enfraque a organização social cubana.
Cuba é um país sitiado pelos países do eixo americano e ameçado pela falta de recursos internos. A falta de recusos internos é agravada pelo alta densidade demografica da ilha, que é de 101 habitantes por quilometro quadrado. A crise econômica do país se agravou com o fim da ajuda soviética à ilha, na decada de 1980.
A política de imigração cubana, praticada nos Estados Unidos, é diferente da política que o mesmo EUA praticam nos demais países latino americanos. Nos EUA, todo cubano que migra da ilha para Miami, ao pisar em solo americano, recebe auxilio como refugiado e tem um tratamento totalmente diferenciado a dos demais latino americanos. Isso só acontece devido a essa políica americana contra o socialismo no mundo.
O que os EUA fazem é fomentar uma imigração truculenta para seu país. Colocando no caminho dos cubanos um mar caribenho cheio de tubarões, uma clara política de ataque a moral do atual governo cubano. Mas afinal, para essa potência capitalista o importante é o lucro e não as vidas. As vidas também são mercadorias e podem dar lucro, mais para o governo americano o importante é acabar com o exemplo de qualidade de saúde, educação e de emprego pleno que o socialismo cubano propicia a sua população. Um exemplo de que a vida é mercadoria é o próprio fato da venda da mão-de-obra que significa um contrato de trabalho.
Coréia do Norte e a Guerra fria
Esse é mais um caso de intromissão americana em nome da cortina de ferro contra o comunismo asiático. O investimento do governo americano na coréia do sul gerou um bolsão de riqueza no continente asiático, que por sua vez sofre com a falta de recursos sobre uma elevada demografia. Mais da metada de população mundial vive na ásia e logo esse continente encontra-se de modo geral super povoado, principalmente na costa chinesa. A fronteira entre esses países é uma grande fronteira real que se concretiza em uma abstrata. A riqueza da coréia do sul é um grande pólo migracional. O fim do conflito com coréia do norte não é interessante no momento. A abertura das fronteiras muito menos, visando uma possível migração em massa no futuro.
Espanha: A atual exigência do governo espanhol aos latinos
A pouco assistimos a mais um impasse na barragem de imigrantes para a europa. A Espanha fechou o cerco contra os imigrantes, agora exigem quantia em dinheiro e justificativa do que o viajante irá fazer no país, onde ira ficar, etc. Os noticiários brasileiros publicaram que o governo brasileiro pretende fazer o mesmo no Brasil em relação aos espanhóis quando chegarem ao país, pelo chamado princípio da reciprocidade. Mas não seria essa mais uma demagogia politica momentânea? Tendo em vista que não é aplicado o principio da reciprocidade com os demais países que dificultam a entrada de brasileiros, como os EUA, a França, Alemanha, etc. Não podemos crer que esse principio de reciprocidade dure muito tempo, e mesmo que dure não terá o mesmo efeito que tem na espanha, afinal os brasileiros a modo geral são muito mais pobres e sem instrução que os espanhóis na atualidade. Afinal, todos os requisitos que a maioria dos brasileiros não conseguem preencher na espanha, aqui no brasil por parte da maioria dos espanhóis são preenchidos.
O que a espanha faz é fechar a fronteiras para os pobres, afinal, quantos brasileiros conseguem pagar uma passagem em euros para europa e ainda ter 57 euros(mais de 150 reais atualmente) por dia que for ficar no país. O governo espanhol está fazendo a seleção desta forma de seus imigrantes. Resumidamente, após este cerco ao imigrantes , diminuirá significativamente a entrada de latinos na espanha. Daqui pra frente, a migração latina para trabalho fica quase que restrita a classe média alta latino-americana. É isso que os governos xenófabos querem: pouco imigrantes para não afetar o estado de bem estar social europeu, esse estado que foi construidos com o “sangue das colônias latinas”. Poucos imigrantes são necessários , muitos não.
Israel: Conflitos religiosos e de fronteiras
Quando falamos de israel, a primeira coisa que pensamos é no conflito religioso. Mas o principal ponto a ser tocado é na riqueza de Israel. Israel é o estado mais prospero economicamente do oriente médio, pois recebe dinheiro diretamente das grandes economias e das ricas famílias judaicas espalhadas por todo o mundo. Esse dinheiro contrasta com a maioria da população miserável palestina. Israel vem contruindo uma enorme muralha de contenção aos palestinos. A maior parte dos palestinos que tentam ingressar em Israel é pela procura de trabalhos dignos, não encontrados nas zonas de conflitos entre os dois grupos religiosos como: a faixa de gaza e cisjordania. O terrorismo é uma boa justificativa do governo Israelense para contrução das grandes muralhas e contenção dos imigrantes pobres palestinos.
A ONU apoiou a criação de terras para os judeus em pleno território hoje ocupados por outra etnia(os árabes). Perguntamos sempre o por que não foram criados países ao demais perseguidos como os ciganos, comunistas ou anarquistas?
Para piorar , perguntamos, por que a ONU não interviu no desenvolvimento da indústria bélica
Israelense? Hoje Israel tem a maior industria de armas do oriente médio , além de funcionar como base militar americana na região.
Importância: Consequências socias e reações estatais
O tema é hoje amplamente discutido devido ao desenvolver do processo de desigualdades continentais, ou seja, devido ao fortalecimento econômico sobre um estado de bem estar social, o que alavancou nas ultimas décadas uma imigração intensa de pessoas a procura de salários dignos. A resposta dos governos é dura e restritiva, principalmente após o incidente de 11 de setembro de 2001. Uma xenofobia crescente avança sobre os países do chamado “1º mundo”.
Numa sociedade capitalista neoliberal, onde o capital avança sobre fronteiras, é questionável a criação de grandes muralhas entre os países ricos e pobres. O IDH é um conjunto de dados que permite a definição de países pobres e ricos sobre a égide da ONU. A separação entre ricos e pobres é a ponte a ser avaliada segundo o IDH que permite identificar a ponte migratória.
Migração no Brasil e no mundo
O processo migratório sempre foi uma questão milenar de sobrevivência. Ele pode ser caracterizado como um processo contínuo em direção aos pólos de atração. Cabe a esse tipo de estudo analisar a rota dos que migram, prevendo a influência dos costumes em diversos países. Além da cultura, o que resulta também do processo, são as mudanças econômicas. As pesssoas buscam melhores condições de vida e condições de vida significa elevada renda per capta.
No Brasil conhecemos bem esse processo. O principal expoente de pólo migracional do país é a cidade de São Paulo. Em São Paulo a influência nordestina gera conseqüências detectáveis, como a influência cultural e a descriminação. O mesmo acontece nos países ricos.
No Estado de São Paulo uma classe média forte desenvolve seus preconceitos contra os nordestinos. Quem nunca ouviu a frase: “ serviço de baiano”, “coisa de preto” e demais piadas racistas contra esse grupo étnico: nordestino e negro. A xenofobia está dentro da classe média, cabe aos governos fascistas e racistas estimular esse tipo de preconceito ideológico e para isso não é preciso muito, só o fato da maior parte dos negros e mestiços desse país serem pobres já é argumento para muitos preconceituosos.
Nos EUA a influência dos imigrantes latinos já é perceptível, colocando o espanhol como a segunda língua nacional. Como a pobreza é grande geradora da violência dentro de uma sociedade, não é dificil associar o caos social aos imigrantes latinos.
A migração não planejada, cria problemas sociais que não interessam a governos. As reações governamentais são estimuladas pelos nacionalistas e por grupos neonazistas xenófobos.
A volta dos imigrantes do século XIX e XX
Durante o século dezenove e vinte, a industria Naval teve um grande incentivo na construção de grandes navios para a migração em massa. Para a América vieram milhares de imigrantes europeus e japoneses com o objetivo de obter emprego e terra para seu sustento.
Quando imigraram para a américa latina, seus países estavam em dificuldades econômicas, em período de guerras ou mesmo com excesso polacional. Após o advento das duas grandes guerras esses países europeus e especificamente o japão entraram em um periodo de prosperidade econômica. Com a política americana de ajuda aos países europeus, contra a ameaça comunista através do Plano Marshal, hoje os países de origem desses imigrantes encontram-se em notável estado de bem estar social, o que torna um atrativo para o retorno desses migrantes. Esse tipo de imigrante, que tenta retornar ao seu país de origem, é o tipo de imigrante que encontra nesses países alguma oportunidade jurídica para efetivar sua estratégia de vida. Na atual configuração do planeta, a sobrevivência nos países periféricos é penosa devido aos baixos salários, os atrativos para países de renda per capta superior levam estas pessoas novamente a migração.
Consequências do aumento de individuos vivendo em países ricos
Alguns estudos mostram que se todos habitantes do mundo consumissem como os habitantes dos países de alta renda per capta, pouco restaria dos recursos naturais do planeta em poucas décadas. Com a entrada dos imigrantes nesses países, o padrão de consumo aumenta e o padrão mundial também, gerando assim mais um problema para o futuro: o agravamento do aquecimento global. Os principais países poluidores são os de primeiro mundo, afinal eles são os grandes consumidores do que se produz no mundo.
Sabendo que a maior parte do consumo mundial é a soma dos principais países ricos: Europeus, Austrália, Canadá, EUA e Japão e que somente 1,2 bilhões de pessoas aproximadamente vivem nesse países, podemos prever os problemas do aumento da população desses países. Duas consequências são possiveis com o aumento de imigrantes:
Hipotese 1: Os países ricos conseguem manter a renda per capta de seus países, apesar do grande numero de imigrantes, aumento da população e consumo mundial baterá recorde ano a ano como vem acontecendo. Isso provocaria um desgaste ambiental ainda maior que já temos hoje. O consumo de petróleo continuaria a bater recordes ano a ano, tendo em vista que as alternativas energéticas não poluidoras estão na maioria dos casos no papel, principalmente nos países pobres.
Hipótese 2: O aumento dos imigrantes e da população desses países gera uma queda geral nos salários, devido a grande oferta de mão-de-obra. O estado de bem estar social estaria com os dias contados e a vingaça dos países colonizados seria concretizada.
Hipótese 3: A população não cresce devido ao alto custo de um filho nesses países e a falta de auxilio-incentivo do governo para os imigrantes que tiverem filhos. O que poderia ser a pior e mais firme hipótese, devido ao fato de que os salários continuariam altos e a imigração internacional continuaria a ser um problema mundial de segregação populacional.
Terrorismo e Política do medo
Ambas estão presentes atualmente em muitos países ricos, principalmente nos EUA e na Europa. O terrorismo se apresenta como uma guerra de civilizações, ocidental versus oriental, mais além disso também é fonte de convencimento das populações de países ricos. Os grandes ataques em Nova York e madri deram lenha para a fogueira. Os políticos utilizam o medo dos ataques terroristas para ganharem opnião pública e continuar com o genocídio em sua fronteiras. Os latinos, mexicanos e os africanos são os principais afetados, mais outros grupos étnicos como os árabes e indus são perseguidos. Assim como no Brasil, esses grupos étnicos
Conclusão: Consequências do Processo de migração Internacional
Os Países ricos e latino-americanos não consiguiram segurar por muito tempo os problemas previdenciários. A diminuição da natalidade cria esses problemas. Os Países ricos cada vez mais investem na contenção migracional, o melhor exemplo está na criação de grandes muralhas.
A xenofobia é a principal ideologia empregada, em uma sociedade, em defesa à uma “invasão de outras etnias”. Principal componente da política segregacionista internacional.
ANEXOS:
“Travessias que deram um salto em volume de pessoas migradas e mudaram de caráter na última década. Segundo estudos da Organização das Nações Unidas, em 1960 havia 76 milhões de migrantes no mundo. Hoje eles são 175 milhões. Nos países industrializados, já representam 10% da população total - enquanto são, em média, apenas 1,3% nas demais nações. A maior concentração de migrantes existe nos Estados Unidos, e ela cresce 3% ao ano. Na “terra dos sonhos”, o total de migrantes saltou de 30 para 34 milhões nos últimos quatro anos. De latino-americanos que vivem nos EUA, o número cresceu de 8,4 milhões em 1990 para 15 milhões em 2000.”
( http://www.multirio.rj.gov.br/seculo21/texto_link.asp?cod_link=1512&cod_chave=3&letra=c
)
O World Economic and Social Survey 2004[1][11] aponta que 175[2][12] milhões de pessoas vivem fora do país em que nasceram. Isso significa que uma em cada 35 pessoas é migrante, o que corresponde a 2,9% da população mundial. A intensidade do fenômeno pode ser elucidada levando em conta que, em 1910, o número de emigrantes era de 33 milhões, ou seja, 2,1% da população planetária.
No que se refere à distribuição da população migrante, em 2002, a maior parte vivia na Ásia (43,8 milhões), seguida pelos EUA e Canadá (40,8 milhões), Europa ocidental (32,8 milhões) e a ex-União Soviética (29,5 milhões). Menor a presença na África (16,3 milhões), América Latina (5,9 milhões) e Oceania (5,8 milhões).
A América do Norte passou por um relevante fluxo migratório nas últimas duas décadas, sendo que atualmente incorpora 23% do total de migrantes mundiais. Já na Europa, excluindo a ex-URSS, a porcentagem no total de migrantes permaneceu estável entre 1960 e 2000 (em torno de 18%), mas houve um sensível aumento da porcentagem em relação à população da região: passou-se de 3,3%, em 1960, para 6,4%, em 2000.
Apesar da evolução e diversificação dos destinos, segundo o Informe, as migrações internacionais continuam bastante concentradas, sendo que 75% do total de migrantes estão em 28 países (em 1960, estavam em 22 países). Nos EUA se encontra 20% do total (35 milhões), seguidos pela Rússia (13 milhões), a Alemanha (7,3 milhões), a Ucrânia (6,9%), a França e a Índia (6,3 milhões cada).
O informe da ONU aponta também 16 países que nos 10 qüinqüênios - entre 1950 e 2000 - tiveram saldo migratório sempre negativo e 7 países que, nos mesmos períodos, tiveram saldo migratório positivo. Os primeiros podem ser considerados países de emigração (entre eles, México, Cuba, Bolívia, Colômbia, Bulgária, Polônia, Bangladesh e Índia) e os segundos de imigração (EUA, França, Canadá, Suécia, Israel, Austrália e Costa de Marfim). A maioria dos países, todavia, intercala saldos negativos, positivos ou saldo zero. Os países que passaram por três ou mais qüinqüênios com saldo migratório negativo são classificados como países de emigração, como, por exemplo, Brasil.
Segundo o informe da ONU, 63% dos migrantes residem em países desenvolvidos (110 milhões). Embora seja um fenômeno recente - a maioria dos migrantes internacionais vivia em países em desenvolvimento nos levantamentos de 1980 (52%), de 1970 (53%) e 1960 (58%) - não há dúvida de que os fluxos migratórios das últimas duas décadas estão se direcionando preferencialmente para os países economicamente mais ricos. Não é por acaso que a porcentagem de migrantes nos países desenvolvidos passou de 3,4% para 8,7% da população.
( http://www.migrante.org.br/as_migracoes_internacionais_contemporaneas_160505b.htm)
Referências:
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GEORGE, PIERRE. Geografia da População, DIFEL, 1968
GARNIER, BEAUJEAU JAQUELLINE. Geografia da População, São Paulo: Nacional. 1971.
ANDRADE, Manuel Correia. Imperialismo e Fragmentação do espaço. Contexo. Editora Universidade de São Paulo, 1988.
GEORGE, Pierre. Populações Ativas. São Paulo: Difel, 1979.
VALENTEI, D. TEORIDA DA POPULAÇÃO. Trad. De Manuel José Milhares Pinto, Moscou, 1974.
GALEANO, Eduardo. Las Venas Abiertas da América latina, 1971.
<http://www.multirio.rj.gov.br/seculo21/texto_link.asp?cod_link=1512&cod_chave=3&letra=c>
<http://www.pnud.org.br/rdh/>
<http://www.baraoemfoco.com.br/barao/economia/pib/pib.htm>
<http://www.revistaoutubro.com.br/edicoes/05/out5_07.pdf>
<http://www.undp.org/hdro/indicators.html
<http://www.migrante.org.br/as_migracoes_internacionais_contemporaneas_160505b.htm>
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2006/05/printable/060502_euaprotestoimigrantefn.shtml
[1]
[2]
“Controle populacional de cima para baixo"
São Paulo,2008.
RESUMO: Há muito tempo a imigração é uma forma de sobrevivência humana. Infelizmente os estados negam esse mecanismo de sobrevivência
Vivemos em mundo dividido em estados nacionais que defendem seus intesses e que controlam a migração a nível mundial. A xenofobia é a ideologia empregada para o apoio popular no controle de imigrantes em muitos países ricos. Os governos cada vez mais impõe restrições para a entrada de imigrantes de países pobres, com apoio da classe média amedrontada pelo aumento da competição no mercado de trabalho. Os imigrantes em excesso significa o fim do estado de bem estar social dos países ricos.
Existe hoje a necessidade da absorção de mão-de-obra jovem pelo países ricos, mais em excesso não os interessa. O envelhecimento da populaçao dos países ricos trás a diminuição da PEA e conseqüentemente diversos problemas para a previdência social. Os países ricos necessitam principalmente dos trabalhadores de mão-de-obra pesada(não qualificada), ou seja de trabalhadores braçais para a contrução civil, para limpeza e higiene publica, entre outros serviços que muitos americanos e europeus se negam a fazer. Interessa a esses países uma pequena quantia de imigrantes, e essa pequena quantia é muito menor que a atual oferta de imigrantes. A "solução final" por parte dos governantes é conter a imigração, negar o direito de ir e vir a maior parte da população miserável latino americana, africana , asíática, etc…
As conseqüencias da imigração em massa para os países ricos é arma da mídia e do governo contra os imigrantes. Quando a televisão cita o aumento do índice de violência, ela logo associa aos novos imigrantes que trazem consigo a tão indesejada pobreza. Devido a isso, a classe média se comporta amedrontada e passivamente frente às atrocidades que os governos dos países ricos praticam aos imigrantes pobres. Ora, a imigração se comporta como um fenômeno natural na história da humanidade, por outro lado é tratado como caso de repressão estatal contra os pobres.
Após os longos anos de colonizaçao e exploração dos países ricos sobre os pobres, agora os pobres que não deixaram de ser pobres pedem sua parte, e a migração dos países pobres para os ricos se comporta como uma vingaça da pobreza sobre a riqueza.
No atual quadro global, encontramos diversos fluxos migratórios. Porém, o que mais se destaca é o fluxo de migrantes de países de baixa renda per capta para países de alta. Esse tipo de migração desenvolve uma política repressão ao processo. Nos Estados Unidos os latinos são Milhões e o espanhol já é a segunda ligua mais falada no território norte americano. Em Maio de 2006, mais de 1 milhão de latinos saíram às ruas, para um protesto em todo país contra o enrijecimento das leis contra a imigração.
Na alemanha os turcos se destacam na porcentagem populacional assim como os indianos na inglaterra. Os imigrantes já formam boa porcentagem da população economicamente ativa desses países.
É importante saber o por que do fechamento das fronteiras. Os países ricos se fecham, retiram direitos civis, armam um circo contra aqueles que querem uma assistência social digna do estado, não encontrada em seu país “subdesenvolvido”. Para o sistema capitalista a nível mundial é interessante grande quantidade de trabalhadores nos países pobres. Parece óbvio, mais o trabalhador pobre que migra para um país rico é uma “pedra no sapato” do governo, pois no futuro ele aumentará a população desses países, acarretando maiores gastos sociais para manter a calmaria social aparente nesses países.
Na frança, a vingança da pobreza contra a riquiza se reflete no número de imigrantes africanos nesse país, principalmente argelianos. Em 2006 na França, imigrantes africanos e descendentes, fizeram uma protesto ao seu modo: queimaram carros por toda a cidade e praticaram diversos ataques na capital francesa. Esse é um claro sinal do fim da calmaria social gerada pelo estado de bem estar social, atuamente em crise.
Palavras-chave: Xenofobia; PIB; fronteiras reais e abstratas; processo migracional;
Introdução: Caracterizando o processo
O processo migratório durante toda a história da humanidade ocorreu por motivos de adaptação e sobrevivência a uma nova realidade dada. Essa realidade são os momentos de difilculdades enfrentadas por um grupo étnico.
Atualmente o poderio econômico de um país é o grande motivador migracional. Quando falamos de movimentos populacionais, não podemos deixar de escapar alguns dados em nosso estudo: Atualmente mais de 6,7 bilhões de seres humanos vivem no planeta. Apenas 1 bilhão vivem em países ricos. O excesso populacional nos países pobres exige novas estratégias de contenção populacional: fechamento de fronteiras reais e abstratas; fazendo assim o controle populacional e condenando bilhões a viverem na miséria de seus países. Negam-lhes o direito de um trabalho bem remunerado, o direito de vender sua mão-de-obra, a única propriedade ainda restante para a maioria dos trabalhadores a nível global.
Desse modo identificamos uma atuação estatal: o selecionamento de imigrantes. Para obter um visto, o imigrante precisa provar que tem condições financeiras em seu pais de origem, negando assim o direito de ir e vir ao imigrante pobre. Este é um condicionamento à maioria dos trabalhadores do mundo, lhes negando o direito que deve ser inalienável: o direto de ir e vir, sem discriminações. O mundo se tornou uma grande prisão, bilhões de trabalhadores estão presos aos países de origem, com um salário que mal garante sua alimentação.
As economias dos diversos países são excludentes no termo: valor da renda Per capta. Existe uma relação importante a ser observada entre os países com alta renda per capta e moeda forte. Os países de Baixo IDH e renda per capta sofrem com a ausência de trabalhos e salários dignos. Um trabalhador norte americano recebe em média um salario 10 vezes maior que um brasileiro para fazer um mesmo trabalho. Os trabalhadores do submundo recebem baixos salários realizando tarefas idênticas as dos trabalhadores dos países ricos.
Se fizermos essa conta dos chineses para os americanos teremos um rendimento médio americano superior a 30 vezes o salário de um chines. Esse é o mundo capitalista, a mao-de-obra(pessoas) tem valor como qualquer mercadoria, o que muda é o rótulo chines, americano, brasileiro,etc. Todos trabalhadores do mundo estão rotulados com preço de tabela.
O PASSAPORTE
O atual espaço Geográfico se caracteriza pela intensa fragmentação do espaço através dos estados nacionais. A criação do passaporte no século XIX é o maior ícone da criação de fronteiras legais(abstratas) fortalecendo o controle migracional. Os diversos problemas sociais que afligem países como: a guerra, a dependência econômica e a dominação das empresas multinacionais no cenário Geopolítico são os grandes responsáveis pelo crescimento do processo migracional.
A divisão internacional do trabalho é o grande responsavel pelo processo migracional e o passaporte , assim como as identidades, são os grandes responsáveis pela atuação estatal segregacionista. A identidade garante a um país X determinar através do passaporte, se no país Y o identificado possui bens e faz parte de uma classe privilegiada. Para os pobres: O caminho de volta a fome e a miséria.
O direito de ir e vir se restringe cada vez mais com o desenvolvimento dos processos de identificação e visto de um passageiro. Apesar do grande desenvolvimento na área de transportes: como navios, carros, caminhões e aviões, a dificuldade para os imigrantes pobres aumentaram.
As elites dos diversos países ricos e emergentes do eixo ocidental, tem livre acesso a maior parte dos países do globo, salvo exceções por questões diplomáticas como acontecem no Irã, na coréia do norte e outros inimigos diplomáticos . Logo, a maior parte dos trabalhadores a nível mundial são barrados condianamente.
O PROCESSO MIGRACIONAL
O processo migracional pode ser delimitado através de suas origens. Suas origens devem ser explicadas pela raiz. Atualmente os grandes processos migracionais estão relacionados com o intenso distanciamento social entre os países de elevada e os de baixa renda per capta. O IDH está proporcionalmente relacionado com o valor do PIB per capta de cada pais. O distanciamento provocado pelos países, deixa de ser terrestre para se tornar jurídico. Apesar do desenvolvimento das redes de transportes, o fechamento das fronteiras no campo jurídico é a maior barreira imposta ao migrante. Nesse contexto, com a criação do passaporte, a migração passa a ter um controle político intenso. Esse tipo de barreira é nomeada de fronteira abstrata ou legal. O passaporte nada mais é do que uma ferramenta de controle estatal por parte dos governos para efetivar a existencia dessa fronteira abstrata..
A lei do desenvolvimento desigual e combinado desenvolvida por Leon Trotsky, trás a tona o por que das diferenças econômicas regionais, apontadas no presente trabalho. O desenvolvimento desigual é um conceito utilizado por Trotsky no seu livro “ Revolução Permanente” que desiguina a função e desenvolvimentos desiguais e combinados entre os países pobres e ricos. Nessa conceituação ele destaca que os países não são pobres somente por serem menos competitivos e competentes que as outras economias, mais são pobres por que o sistema capitalista assim os desejam a nível mundial. Tudo começa com a criação pelas antigas metrópoles coloniais: As colônias de exploração e povoamento. As colônias de exploração eram responsáveis por produzir muito, por muito pouco. Assim eram responsáveis pela mão de obra escrava que levaria o continente europeu ao auge econômico hoje vivido. Na atualidade, os impérios americano e europeu, levam até os países pobres a exploração da mão-de-obra barata através da intervenção política das empresas multinacionais. Nessa condição entendemos que o mundo continua divido em zonas de exploração. A migração de uma zona para a outra representa uma ameaça ao desequilíbrio desse sistema.
Tipos de fronteiras: Reais e Abstratas(burocráticas)
As fronteiras reais são aquelas que estão dividindo os países concretamente: São rios, montanhas, uma linha demarcada, uma muralha, falhas geológicas, cercas , guaritas , entre outras formas naturais ou artificais que o ser humano delimita ou cria. Logo as Fronteiras Abstratas são aquelas onde a lei impera.
As leis são legitimadoras das fronteiras reais , porém sua existência é paralela por que parte dentro da ética, costumes e regras sociais humanas. Ou seja, as leis legitimam o que a cultura delimita e fortalece a divisão entre os povos. Fronteiras abstratas também são delimitadas pela existência de linguas divergentes, de dialetos e outras formas humanas de heterogeinização da sociedade. Logo temos dentro de um país muitas fronteiras abstratas, como no brasil, com seus diversos sotaques ou no canadá com a divisão regional de linguas(frances e inglês). As fronteiras Abstratas ainda podem ser subdivididas em fronteiras jurídicas , étnicas, religiosas, ideológicas, numa gama possivelmente infinita de fronteiras a serem pensadas.
A Mundialização da lingua inglesa no auxílio a imigração
Devido ao desenvolvimento dos meios de comunicação nos EUA, a lingua inglesa se tornou mundial , ajudando muito na adaptação do imigrante em um novo país.
Tanto se fala da ALCA, mas e a ALTA?
Muito se fala sobre a criação da Área de Livre Comércio das Américas. Para as grandes econômias capitalistas é importante que a exploração da grande massa popular latino-americana continue. A europa e os EUA que tanto exploraram os países latinos, hoje se negam a receber os imigrantes, mais não negam a troca injusta de mercadorias. É importante para nós professores de Geografia, que por todo o país ensinamos sobre blocos econômicos, ensinarmos também sobre imigração internacional e exigir uma nova sigla para a ALCA. Essa nova sigla deveria se chamar ALTA, a Área de livre transito das américas. Poís além de abordadar a reinvidicação burguesa de comércio e também contempla a reinvidicação proletária de imigação.
Aos EUA interessam comprar laranja, café, minério de ferro, todos a preço mínimo, de uma grande senzala chamada Brasil. Quanto mais trabalhadores miseráveis ficarem no brasil , mais exército de reserva para o favorecimento da exploração da mercadoria mão-de-obra.
Temos sempre que pensar que no brasil, quem recebe salário mínimo é praticamente um escravo, pois recebe pra comer e domir. Nas grandes cidades brasileiras 415 reais mal alimenta o trabalhador, o que dizer de seus filhos. Também temos que lembrar que a mão-de-obra é uma mercadoria, e ela vale de acordo com a sua abundância e funcionalidade a nivel mundial. A funcionalidade do brasil é produzir produtos baratos para os países ricos. Da cana pro café, do café pra soja, eucalipito, laranja, entre outros produtos que vendemos a “preço de banana”.
A falta de mão-de-obra nos países ricos é outro fator que evita a desvalorização da mão-de-obra. Em contra partida o excesso de mão-de-obra nos países pobres é preocupante, obedencendo a lei de mercado, o custo da mão-de-obra é mínimo. O mesmo acontece com a china, porém em um grau ainda mais acentuado.
Crise dos idosos: As previdencias sociais em risco
A natalidade vem sendo controlada a nível mundial. Os países ricos sairam na frente no controle populacional seguindos pelos países latino-americanos e “emergentes”. Os Países europeus já sofrem com a falta de jovens que é suprida pela imigração controlada. Por outro lado, os países latinos, apesar de terem taxas de natalidade superiores as da europa, com a migração, e com o pagamento das dívidas externas, são os primeiros a sofrer os problemas da falta de jovens e aumento de idosos, são os primeiros a sofrer a crise da previdencia. No Brasil as dividas da previdencia são cada vez maiores. Por outro lado a distribuição dos beneficios no Brasil é irracional, tendo em vista que muitos aposentados recebem aposentadorias milhonárias. As aposentdorias milhonárias são também( e provavelmente a grande responsáveis) reponsáveis pela atual crise da previdência no brasil. Por isso, devido a fuga de trabalhadores para os países ricos , associados a má distribuição das pensões, a crise nas previdências latino-americanas são eminentes a medio prazo(proximos 20 anos).
A polítca suja do governo americano pós-revolução cubana
Cuba é um país que tem muito a ensinar a toda a américa latina. Sofreu durante seu período colonial, sofreu durante o período de denomínio norte americano, e sofre hoje com o domínio que os EUA tem sobre a américa latina. O bloqueio americano a ilha enfraque a organização social cubana.
Cuba é um país sitiado pelos países do eixo americano e ameçado pela falta de recursos internos. A falta de recusos internos é agravada pelo alta densidade demografica da ilha, que é de 101 habitantes por quilometro quadrado. A crise econômica do país se agravou com o fim da ajuda soviética à ilha, na decada de 1980.
A política de imigração cubana, praticada nos Estados Unidos, é diferente da política que o mesmo EUA praticam nos demais países latino americanos. Nos EUA, todo cubano que migra da ilha para Miami, ao pisar em solo americano, recebe auxilio como refugiado e tem um tratamento totalmente diferenciado a dos demais latino americanos. Isso só acontece devido a essa políica americana contra o socialismo no mundo.
O que os EUA fazem é fomentar uma imigração truculenta para seu país. Colocando no caminho dos cubanos um mar caribenho cheio de tubarões, uma clara política de ataque a moral do atual governo cubano. Mas afinal, para essa potência capitalista o importante é o lucro e não as vidas. As vidas também são mercadorias e podem dar lucro, mais para o governo americano o importante é acabar com o exemplo de qualidade de saúde, educação e de emprego pleno que o socialismo cubano propicia a sua população. Um exemplo de que a vida é mercadoria é o próprio fato da venda da mão-de-obra que significa um contrato de trabalho.
Coréia do Norte e a Guerra fria
Esse é mais um caso de intromissão americana em nome da cortina de ferro contra o comunismo asiático. O investimento do governo americano na coréia do sul gerou um bolsão de riqueza no continente asiático, que por sua vez sofre com a falta de recursos sobre uma elevada demografia. Mais da metada de população mundial vive na ásia e logo esse continente encontra-se de modo geral super povoado, principalmente na costa chinesa. A fronteira entre esses países é uma grande fronteira real que se concretiza em uma abstrata. A riqueza da coréia do sul é um grande pólo migracional. O fim do conflito com coréia do norte não é interessante no momento. A abertura das fronteiras muito menos, visando uma possível migração em massa no futuro.
Espanha: A atual exigência do governo espanhol aos latinos
A pouco assistimos a mais um impasse na barragem de imigrantes para a europa. A Espanha fechou o cerco contra os imigrantes, agora exigem quantia em dinheiro e justificativa do que o viajante irá fazer no país, onde ira ficar, etc. Os noticiários brasileiros publicaram que o governo brasileiro pretende fazer o mesmo no Brasil em relação aos espanhóis quando chegarem ao país, pelo chamado princípio da reciprocidade. Mas não seria essa mais uma demagogia politica momentânea? Tendo em vista que não é aplicado o principio da reciprocidade com os demais países que dificultam a entrada de brasileiros, como os EUA, a França, Alemanha, etc. Não podemos crer que esse principio de reciprocidade dure muito tempo, e mesmo que dure não terá o mesmo efeito que tem na espanha, afinal os brasileiros a modo geral são muito mais pobres e sem instrução que os espanhóis na atualidade. Afinal, todos os requisitos que a maioria dos brasileiros não conseguem preencher na espanha, aqui no brasil por parte da maioria dos espanhóis são preenchidos.
O que a espanha faz é fechar a fronteiras para os pobres, afinal, quantos brasileiros conseguem pagar uma passagem em euros para europa e ainda ter 57 euros(mais de 150 reais atualmente) por dia que for ficar no país. O governo espanhol está fazendo a seleção desta forma de seus imigrantes. Resumidamente, após este cerco ao imigrantes , diminuirá significativamente a entrada de latinos na espanha. Daqui pra frente, a migração latina para trabalho fica quase que restrita a classe média alta latino-americana. É isso que os governos xenófabos querem: pouco imigrantes para não afetar o estado de bem estar social europeu, esse estado que foi construidos com o “sangue das colônias latinas”. Poucos imigrantes são necessários , muitos não.
Israel: Conflitos religiosos e de fronteiras
Quando falamos de israel, a primeira coisa que pensamos é no conflito religioso. Mas o principal ponto a ser tocado é na riqueza de Israel. Israel é o estado mais prospero economicamente do oriente médio, pois recebe dinheiro diretamente das grandes economias e das ricas famílias judaicas espalhadas por todo o mundo. Esse dinheiro contrasta com a maioria da população miserável palestina. Israel vem contruindo uma enorme muralha de contenção aos palestinos. A maior parte dos palestinos que tentam ingressar em Israel é pela procura de trabalhos dignos, não encontrados nas zonas de conflitos entre os dois grupos religiosos como: a faixa de gaza e cisjordania. O terrorismo é uma boa justificativa do governo Israelense para contrução das grandes muralhas e contenção dos imigrantes pobres palestinos.
A ONU apoiou a criação de terras para os judeus em pleno território hoje ocupados por outra etnia(os árabes). Perguntamos sempre o por que não foram criados países ao demais perseguidos como os ciganos, comunistas ou anarquistas?
Para piorar , perguntamos, por que a ONU não interviu no desenvolvimento da indústria bélica
Israelense? Hoje Israel tem a maior industria de armas do oriente médio , além de funcionar como base militar americana na região.
Importância: Consequências socias e reações estatais
O tema é hoje amplamente discutido devido ao desenvolver do processo de desigualdades continentais, ou seja, devido ao fortalecimento econômico sobre um estado de bem estar social, o que alavancou nas ultimas décadas uma imigração intensa de pessoas a procura de salários dignos. A resposta dos governos é dura e restritiva, principalmente após o incidente de 11 de setembro de 2001. Uma xenofobia crescente avança sobre os países do chamado “1º mundo”.
Numa sociedade capitalista neoliberal, onde o capital avança sobre fronteiras, é questionável a criação de grandes muralhas entre os países ricos e pobres. O IDH é um conjunto de dados que permite a definição de países pobres e ricos sobre a égide da ONU. A separação entre ricos e pobres é a ponte a ser avaliada segundo o IDH que permite identificar a ponte migratória.
Migração no Brasil e no mundo
O processo migratório sempre foi uma questão milenar de sobrevivência. Ele pode ser caracterizado como um processo contínuo em direção aos pólos de atração. Cabe a esse tipo de estudo analisar a rota dos que migram, prevendo a influência dos costumes em diversos países. Além da cultura, o que resulta também do processo, são as mudanças econômicas. As pesssoas buscam melhores condições de vida e condições de vida significa elevada renda per capta.
No Brasil conhecemos bem esse processo. O principal expoente de pólo migracional do país é a cidade de São Paulo. Em São Paulo a influência nordestina gera conseqüências detectáveis, como a influência cultural e a descriminação. O mesmo acontece nos países ricos.
No Estado de São Paulo uma classe média forte desenvolve seus preconceitos contra os nordestinos. Quem nunca ouviu a frase: “ serviço de baiano”, “coisa de preto” e demais piadas racistas contra esse grupo étnico: nordestino e negro. A xenofobia está dentro da classe média, cabe aos governos fascistas e racistas estimular esse tipo de preconceito ideológico e para isso não é preciso muito, só o fato da maior parte dos negros e mestiços desse país serem pobres já é argumento para muitos preconceituosos.
Nos EUA a influência dos imigrantes latinos já é perceptível, colocando o espanhol como a segunda língua nacional. Como a pobreza é grande geradora da violência dentro de uma sociedade, não é dificil associar o caos social aos imigrantes latinos.
A migração não planejada, cria problemas sociais que não interessam a governos. As reações governamentais são estimuladas pelos nacionalistas e por grupos neonazistas xenófobos.
A volta dos imigrantes do século XIX e XX
Durante o século dezenove e vinte, a industria Naval teve um grande incentivo na construção de grandes navios para a migração em massa. Para a América vieram milhares de imigrantes europeus e japoneses com o objetivo de obter emprego e terra para seu sustento.
Quando imigraram para a américa latina, seus países estavam em dificuldades econômicas, em período de guerras ou mesmo com excesso polacional. Após o advento das duas grandes guerras esses países europeus e especificamente o japão entraram em um periodo de prosperidade econômica. Com a política americana de ajuda aos países europeus, contra a ameaça comunista através do Plano Marshal, hoje os países de origem desses imigrantes encontram-se em notável estado de bem estar social, o que torna um atrativo para o retorno desses migrantes. Esse tipo de imigrante, que tenta retornar ao seu país de origem, é o tipo de imigrante que encontra nesses países alguma oportunidade jurídica para efetivar sua estratégia de vida. Na atual configuração do planeta, a sobrevivência nos países periféricos é penosa devido aos baixos salários, os atrativos para países de renda per capta superior levam estas pessoas novamente a migração.
Consequências do aumento de individuos vivendo em países ricos
Alguns estudos mostram que se todos habitantes do mundo consumissem como os habitantes dos países de alta renda per capta, pouco restaria dos recursos naturais do planeta em poucas décadas. Com a entrada dos imigrantes nesses países, o padrão de consumo aumenta e o padrão mundial também, gerando assim mais um problema para o futuro: o agravamento do aquecimento global. Os principais países poluidores são os de primeiro mundo, afinal eles são os grandes consumidores do que se produz no mundo.
Sabendo que a maior parte do consumo mundial é a soma dos principais países ricos: Europeus, Austrália, Canadá, EUA e Japão e que somente 1,2 bilhões de pessoas aproximadamente vivem nesse países, podemos prever os problemas do aumento da população desses países. Duas consequências são possiveis com o aumento de imigrantes:
Hipotese 1: Os países ricos conseguem manter a renda per capta de seus países, apesar do grande numero de imigrantes, aumento da população e consumo mundial baterá recorde ano a ano como vem acontecendo. Isso provocaria um desgaste ambiental ainda maior que já temos hoje. O consumo de petróleo continuaria a bater recordes ano a ano, tendo em vista que as alternativas energéticas não poluidoras estão na maioria dos casos no papel, principalmente nos países pobres.
Hipótese 2: O aumento dos imigrantes e da população desses países gera uma queda geral nos salários, devido a grande oferta de mão-de-obra. O estado de bem estar social estaria com os dias contados e a vingaça dos países colonizados seria concretizada.
Hipótese 3: A população não cresce devido ao alto custo de um filho nesses países e a falta de auxilio-incentivo do governo para os imigrantes que tiverem filhos. O que poderia ser a pior e mais firme hipótese, devido ao fato de que os salários continuariam altos e a imigração internacional continuaria a ser um problema mundial de segregação populacional.
Terrorismo e Política do medo
Ambas estão presentes atualmente em muitos países ricos, principalmente nos EUA e na Europa. O terrorismo se apresenta como uma guerra de civilizações, ocidental versus oriental, mais além disso também é fonte de convencimento das populações de países ricos. Os grandes ataques em Nova York e madri deram lenha para a fogueira. Os políticos utilizam o medo dos ataques terroristas para ganharem opnião pública e continuar com o genocídio em sua fronteiras. Os latinos, mexicanos e os africanos são os principais afetados, mais outros grupos étnicos como os árabes e indus são perseguidos. Assim como no Brasil, esses grupos étnicos
Conclusão: Consequências do Processo de migração Internacional
Os Países ricos e latino-americanos não consiguiram segurar por muito tempo os problemas previdenciários. A diminuição da natalidade cria esses problemas. Os Países ricos cada vez mais investem na contenção migracional, o melhor exemplo está na criação de grandes muralhas.
A xenofobia é a principal ideologia empregada, em uma sociedade, em defesa à uma “invasão de outras etnias”. Principal componente da política segregacionista internacional.
ANEXOS:
“Travessias que deram um salto em volume de pessoas migradas e mudaram de caráter na última década. Segundo estudos da Organização das Nações Unidas, em 1960 havia 76 milhões de migrantes no mundo. Hoje eles são 175 milhões. Nos países industrializados, já representam 10% da população total - enquanto são, em média, apenas 1,3% nas demais nações. A maior concentração de migrantes existe nos Estados Unidos, e ela cresce 3% ao ano. Na “terra dos sonhos”, o total de migrantes saltou de 30 para 34 milhões nos últimos quatro anos. De latino-americanos que vivem nos EUA, o número cresceu de 8,4 milhões em 1990 para 15 milhões em 2000.”
( http://www.multirio.rj.gov.br/seculo21/texto_link.asp?cod_link=1512&cod_chave=3&letra=c
)
O World Economic and Social Survey 2004[1][11] aponta que 175[2][12] milhões de pessoas vivem fora do país em que nasceram. Isso significa que uma em cada 35 pessoas é migrante, o que corresponde a 2,9% da população mundial. A intensidade do fenômeno pode ser elucidada levando em conta que, em 1910, o número de emigrantes era de 33 milhões, ou seja, 2,1% da população planetária.
No que se refere à distribuição da população migrante, em 2002, a maior parte vivia na Ásia (43,8 milhões), seguida pelos EUA e Canadá (40,8 milhões), Europa ocidental (32,8 milhões) e a ex-União Soviética (29,5 milhões). Menor a presença na África (16,3 milhões), América Latina (5,9 milhões) e Oceania (5,8 milhões).
A América do Norte passou por um relevante fluxo migratório nas últimas duas décadas, sendo que atualmente incorpora 23% do total de migrantes mundiais. Já na Europa, excluindo a ex-URSS, a porcentagem no total de migrantes permaneceu estável entre 1960 e 2000 (em torno de 18%), mas houve um sensível aumento da porcentagem em relação à população da região: passou-se de 3,3%, em 1960, para 6,4%, em 2000.
Apesar da evolução e diversificação dos destinos, segundo o Informe, as migrações internacionais continuam bastante concentradas, sendo que 75% do total de migrantes estão em 28 países (em 1960, estavam em 22 países). Nos EUA se encontra 20% do total (35 milhões), seguidos pela Rússia (13 milhões), a Alemanha (7,3 milhões), a Ucrânia (6,9%), a França e a Índia (6,3 milhões cada).
O informe da ONU aponta também 16 países que nos 10 qüinqüênios - entre 1950 e 2000 - tiveram saldo migratório sempre negativo e 7 países que, nos mesmos períodos, tiveram saldo migratório positivo. Os primeiros podem ser considerados países de emigração (entre eles, México, Cuba, Bolívia, Colômbia, Bulgária, Polônia, Bangladesh e Índia) e os segundos de imigração (EUA, França, Canadá, Suécia, Israel, Austrália e Costa de Marfim). A maioria dos países, todavia, intercala saldos negativos, positivos ou saldo zero. Os países que passaram por três ou mais qüinqüênios com saldo migratório negativo são classificados como países de emigração, como, por exemplo, Brasil.
Segundo o informe da ONU, 63% dos migrantes residem em países desenvolvidos (110 milhões). Embora seja um fenômeno recente - a maioria dos migrantes internacionais vivia em países em desenvolvimento nos levantamentos de 1980 (52%), de 1970 (53%) e 1960 (58%) - não há dúvida de que os fluxos migratórios das últimas duas décadas estão se direcionando preferencialmente para os países economicamente mais ricos. Não é por acaso que a porcentagem de migrantes nos países desenvolvidos passou de 3,4% para 8,7% da população.
( http://www.migrante.org.br/as_migracoes_internacionais_contemporaneas_160505b.htm)
Referências:
ANDRADE, Manoel Correa. América
GEORGE, PIERRE. Geografia da População, DIFEL, 1968
GARNIER, BEAUJEAU JAQUELLINE. Geografia da População, São Paulo: Nacional. 1971.
ANDRADE, Manuel Correia. Imperialismo e Fragmentação do espaço. Contexo. Editora Universidade de São Paulo, 1988.
GEORGE, Pierre. Populações Ativas. São Paulo: Difel, 1979.
VALENTEI, D. TEORIDA DA POPULAÇÃO. Trad. De Manuel José Milhares Pinto, Moscou, 1974.
GALEANO, Eduardo. Las Venas Abiertas da América latina, 1971.
<http://www.multirio.rj.gov.br/seculo21/texto_link.asp?cod_link=1512&cod_chave=3&letra=c>
<http://www.pnud.org.br/rdh/>
<http://www.baraoemfoco.com.br/barao/economia/pib/pib.htm>
<http://www.revistaoutubro.com.br/edicoes/05/out5_07.pdf>
<http://www.undp.org/hdro/indicators.html
<http://www.migrante.org.br/as_migracoes_internacionais_contemporaneas_160505b.htm>
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2006/05/printable/060502_euaprotestoimigrantefn.shtml
[1]
[2]
Mestrado furado!
A POLÍTICA INTERNACIONAL DE INDUSTRIALIZAÇÃO E DESTRUIÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS DO PLANETA
São Paulo, 2008.
“O dia em que a humanidade descobrir que sem chuva não se planta, o dia em que a humanidade descobrir que a árvore não é simplesmente uma “sombra”, o dia em que a humanidade descobrir que sem biodiversidade não há futuro para a vida, o dia em que a humanidade descobrir que tecnologia pode ser autodestrutiva, o dia em que o humanidade descobrir que música também é poesia, o dia em que a humanidade descobrir que dinheiro não se come... talvez o tempo tenha se esgotado para essa espécie.”
Dedico esse trabalho à todos que morreram lutando por um mundo de todos e não à aqueles que privam as pessoas de serem livres.
INTRODUÇÃO
Os Países de todo o mundo sofrem dificuldades econômicas, tais dificuldades são geradas de acordo com seus respectivos padrões de consumo, adquiridos pelos períodos de industrialização. Apesar do Brasil ter passado por períodos de crescimento e aumentado significativamente sua produção nacional, a situação de miséria e violência urbana pioraram.
É fato que todos os países que passaram pelo processo de industrialização tiveram problemas ambientais sérios. O aumento da produção industrial gera uma demanda de minérios, de madeira, de petróleo, de celulose e diversos outros recursos naturais. A agricultura dos países industrializados caminha cada vez mais para o uso de maquinarias e agrotóxicos, afetando diretamente na qualidade dos alimentos.
O Brasil foi alvo de grandes investimentos estrangeiros após os meados do século XX. Boa parte desse investimento foi feito em forma de empréstimos que se tornaram dívidas impagáveis.
Após a década do chamado milagre econômico brasileiro, apareceram as conseqüências de uma política de abertura do mercado à entrada do capital estrangeiro. As conseqüências dessa política de endividamento foram sentidas com os alto índices inflacionários do final da década de 1980. Os elevados índices foram criados pela ação do monopólio da produção na mão de empresas multinacionais e pela falta de ajuda ao setor da agricultura que mergulhou numa crise. A crise da agricultura resultou no inchamento das grandes cidades.
São Paulo e região metropolitana detém uma população aproximada de 20 milhões de pessoas. As implicações sobre o fato de 20 milhões de pessoas viverem em um círculo de aproximadamente 70 quilômetros de diâmetro, são graves. Doenças se propagam em meio a multidão, transito está parado e a quantidade de esgotos domésticos e industriais tiraram toda a vida dos rios que cortam a cidade.
O transito se transforma em um caos. O desenvolvimento dos meios de transportes associado à fama da cidade de São Paulo atraem novos moradores. Apesar de ter cessado o “boom” industrial e de muitas industrias estarem se deslocando para o interior, a cidade continua crescendo.
A dependência externa fez com que o capital fosse deslocado para os países ricos, gerando um déficit nos investimentos públicos em sistemas coletivos de transporte, priorizando os veículos individuais: carros.
São Paulo tem hoje o metro mais sobrecarregado do mundo, devido à ausência de investimentos efetivos.
OBJETO DE ESTUDO:
As causas do desastre Urbanístico, ambiental e industrial de diversas Metrópoles e megalópoles do mundo.
Os períodos de industrialização:
Os períodos de industrialização intercalam as revoluções industriais
1º Período de 1800 a 1900 aproximadamente.
O primeiro período de industrialização foi marcado pelo surgimento do processo industrial no mundo e da industrialização com capital nacional. Segundo Pierre George, os países de industrializados por capital nacional são: EUA, Japão, Europa ocidental(alemanhã, frança, holanda, etc...)
O primeiro país a adotar as novas técnicas de produção em massa foi a Inglaterra com a
1ª revolução industrial. Esse modelo de industrialização tomou conta de toda a Europa em 100 anos e ultrapassou os mares chegando aos EUA e ao Japão.
O interessante é perceber que as maiores potências imperialistas do mundo coseguiram se industrializar em 1 século de exploração colonial intensa.
Inglaterra
A maior potência imperialista da época foi também o país que teve o maior capital para investimento na industrialização, capital esse que foi adquirido sobre a exploração das colônias.
EUA
O norte dos estados unidos seguiu os passos de sua antiga metrópole e conseguiu concluir sua industrialização com capital nacional.
Japão
O Japão, como grande potência da época, tinha o controle sobre todo o litoral asiático, sobre a pesca, através de um forte exército que conseguiu derrotar a Rússia no século XIX.
O Japão percebeu a industrialização que se expandia sobre a economia dos países imperialistas do ocidente e buscou a sua industrialização em meados do Século XIX.
Sabendo o que estava ocorrendo dentro dos demais.
O Japão construiu grandes cidades, com gigantescos prédios em uma zona sísmica intensa. Atualmente Tókio e Osaca
França
Apesar do relativo atraso do desenvolvimento industrial em relação a Inglaterra, a França conseguiu efetivar sua industrialização com capital nacional. Dessa forma se consolidou como potência industrial no século XX.
Alemanha
Devido ao atraso em sua unificação, a industrialização se fez de forma tardia nos finais do século XIX. Apesar desse relativo atraso à Inglaterra, a Alemanha também se industrializou com capital nacional e por isso se tornou grande potência industrial no século XX.
Segundo período de industrialização
O 2º período foi marcado pela industrialização sem capital nacional, com capital extrangeiro.
Todos os países latino americanos, a áfrica do sul, o Egito e em especial os países da antiga URSS.
África do Sul
O país africano que mais recebeu imigrantes brancos foi também o que mais recebeu investimentos. A AFS se transformou em uma porta de entrada para as empresas ocidentais no continente. Cidade do Cabo foi palco dos maiores investimentos por parte de empresas multinacionais que buscavam os baixos salários pagos aos negros oprimidos pelo apartheid.
Brasil
O Brasil, como típica colônia do período mercantilista, foi proibido pela metrópole portuguesa, sob égide do império industrial britânico, de produzir qualquer tipo de produto industrializado até o início do século XX. Apartir do início do século XX os países ricos em conflitos entre as grandes guerras abriram brechas para o início da industrialização nas antigas colônias. Até a década de 1950 a maior parte das indústrias no Brasil apresentavam baixo grau de desenvolvimento tecnológico porém a maior parte do capital ainda era nacional. Foi apartir do Governo de Juscelinho Kubtshec que o Brasil abriu as portas para as empresas de capital estrangeiro, o que deixou a economia a economia e a política nacional cada vez mais dependente do exterior.
Apesar de todo o desenvolvimento industrial vivido no Brasil, o resultado para o meio ambiente foi nefasto. Praticamente todo o bioma da mata atlântica foi destruído nos anos de industrialização.
São Paulo foi o principal eixo de investimento industrial, porém todo o Brasil entrou na dinâmica do desenvolvimento da indústria.
A industrialização e urbanização resultaram em uma das maiores catástrofes ambientais da história da humanidade. A floresta atlântica, um dos biomas mais ricos do planeta, foi destruído e hoje sobram somente algumas manchas de floresta sobre relevos serranos que não interessaram a agricultura comercial. A agricultura intensiva foi implantada sem o questionamento dos efeitos nocivos na natureza.
URSS
Josef Stalin implantou um plano de industrialização a base da super-exploração do trabalho humano, em detrimento de uma casta burocrática da qual fazia parte. Dessa forma Stalin conseguiu fazer a maior revolução industrial já vista em um país. O fato da prioridade de investimento ser concentrada no setor industrial militar deixou o mundo em pânico no período da guerra fria. Dessa forma a revolução perdeu o foco do bem estar humano e se tornou um estado burocrático centralizado e repressor.
Dentro da Antiga URSS existiam alguns países que avançaram mais que outros em relação ao nível industrial. A Ucrânia foi um dos países altamente industrializados e infelizmente pagaram caro pela indústria nuclear.
O Terceiro período de industrialização
Inicia-se após a 3ª terceira revolução industrial quando o leste asiático passa a receber forte investimento estrangeiro.
Os países industrializados são os países da periferia do império japonês: China, Coréia do Sul, Taiwan, Philipinas, malásia, etc...
China
Com a criação das ZEE´S , a china optou pela mesmo caminho do Brasil da década de 1950. Sem se preocupar com o meio ambiente, as autoridades chinesas abriram o mercado chinês à especulação das grandes empresas. A busca pela mão de obra barata chinesa fez com que a partir da década de 1970 diversas empresas transnacionais se deslocassem de países latinos para a china.
Com muita mão de Obra e pouca tecnologia, a china formou uma contradição perfeita para o a entrada de capital. O governo comunista abriu as portas para a invasão do aumento da produtividade em troca da destruição dos recursos naturais.
Coréia do Sul
A Coréia do Sul foi o único país que atingiu elevado grau de IDH apesar de terem se industrializado tardiamente. Isso somente aconteceu devido a uma política internacional de imposição do capitalismo frente as antigas potências socialistas extintas. Ou seja, a industrialização e desenvolvimento da Coréia do sul foi consequência de uma política de luta contra o comunismo.
Os tigres asiáticos
A busca pela mão de obra barata atravessou as fronteiras da china e atingiu os chamados tigres asiáticos.
Características dos Países industrializados.
Países desenvolvidos
Segundo Yves lacoste em seu livro Geografia do Subdesenvolvimento, ele afirma que os termo “países desenvolvidos” e em “desenvolvimento”, foram criados por grandes empresas com o objetivo de criar uma falsa impressão de que desenvolvidos são os países industrializados, com alta tecnologia. Podemos desconsiderar esse termo pois as industrias poluidoras que foram deslocadas para regiões como o Brasil e a China, não trouxeram desenvolvimento dentro do meio ambiente,somente na economia. De nada vale a economia desenvolvida sem um meio sadio e o objetivo deste trabalho é justamente provar que o desenvolvimento econômico é o grande vilão do meio ambiente sustentável. Contribuindo para o pensamento de Yves Lacoste, podemos prever que assim como as empresas criaram o termo subdesenvolvidos para estimularem a industrialização dos países pobres, foi criado um novo termo para maquiar a poluição gerada pela industrialização.Esse novo termo é o chamado desenvolvimento sustentável. O Desenvolvimento sustentável é o novo termo apresentado pelas empresas como novo paradigma ambiental. Ou seja, quem sempre poluiu agora está querendo impor uma nova ideologia de crescimento e preservação do meio ambiente. O problema é que crescimento-desenvolvimento industrial e econômico sempre resultaram na destruição do meio ambiente.
Os países desenvolvidos, nos quais prefiro a denominação como países ricos,
A Urbanização como conseqüência do processo industrial
A indústria dos países ricos, produziram os implementos agrícolas que “modernizaram” a agricultura dos países pobres, e por sua vez geraram os grandes êxodos rurais em toda a América Latina. O surgimento das grandes cidades criaram condições para a formação de um classe operária urbana que logo atraíram empresas transnacionais.
A agricultura moderna pode ser qualificada como a grande responsável pela criação das grandes cidades poluidoras do século XX. Grandes cidades cresceram de maneira descontrolada duevido à ganância de grandes empresas. Grandes empresas que impuseram uma agricultura monocultura a base de pesticidas e tratores que dispensava o trabalho humano.
A Cidade
A cidade se comporta como um grande presídio onde as pessoas são presas a trabalhos degradantes, onde vivem em pequenos cubículos que aparentam celas. Além do trabalho vinculado a grande circulação de capitais, no interior das cidades, existe também uma não vivência com o meio de onde provêm os alimentos. Sem saber, muitos dos cidadães consomem os venenos que a moderna agricultura proporcionou com a monocultura.
A Urbanização imprimiu uma nova forma de produção: A produção industrial.
A agricultura trabalha a base de um novo processo industrial, onde o importante é a produtividade e não a qualidade do que estamos produzindo.
A inconsciência produtiva
A indústrias de papel não estão preocupadas se a produção da celulose gera resíduos tóxicos para os rios onde são despejados. A indústria de baterias continuam a produzir baterias de baixo rendimento com o objetivo de aumento de vendas e consequêntemente do consumo. O alto índice produtivo está relacionado com o desenvolvimento produtivo porém nao podemos crer que ele é racional. Afinal, é racional extimular a produmção de baterias radioativas? é racional aumentar o consumo de cobre por lâmpadas?
A dívida externa faz mal ao meio ambiente
O fato do país pagar boa parte de sua renda nacional em juros da dívida exige o país cresça sua economia constantemente para evitar crises rotineiras de abastecimento da população. O dinheiro que poderiam gerar empregos é desviado pelo pagamento da divida.
O crescimento econômico sempre esteve associado à destruição do meio ambiente.
A exigência constante de crescimento econômico exige com que o Brasil exporte mais para adquirir dólares, para o pagamento da dívida. A busca pelos dólares causa o desmatamento, seja pelo extração de madeira ou expansão da fronteira agrícola.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E REVOLUÇÃO VERDE
Quando o setor industrial surgiu na europa, a conseqüência sobre a agricultura demorou algum tempo até que ocorressem mudanças na estrutura agricola mundial. A agricultura esperava pela criação da indústria para a agricultura, para que posteriormente a agricultura adquirisse características industriais.
A introdução dos tratores criou novos desempregados do campo. O problema não era a dispensa do trabalho rural, mais sim a super-exploração encontrada nas cidades industriais do século XIX e posteriormente na América latina do século XX.
A revolução verde vai além dos tratores e passa uma nova exigência para os proprietários: Os produtos químicos.
A agricultura comercial aumentou sua produtividade através da revolução verde, quebrando os proprietários mais pobres e obrigando os médios proprietários a comprar os produtos químicos necessários para o aumento da produtividade.
O aumento da produtividade na agricultura resultou na diminuição do preço dos alimentos e possibilitou a industrialização. Ou seja, uma porcentagem de 15% dos seres humanos que vivem no Brasil são capazes de produzir alimentos o suficiente para os 85% que vivem nas cidades e para exportação.
Os rendimentos na agricultura são muito baixos fazendo que com os pequenos proprietários sejam um grupo social em extinção.
A produção agricola centralizadora fez com que a produçao de alimentos "horti-fruti", os chamados cinturões verdes. Assim os alimentos que consumimos dentro das cidades são produzidos bem próximo das mesmas. A volta das grandes cidades se localizam rios poluidos que são utilizados na irrigação dos nossos alimentos.
A Produção industrial da soja, do eucalipto, da celulose trouxe a imponência da política de produção centralizadora.
A politica centralizadora e a descentralizadora de alimentos:
A politica descentralizadora é aquela praticada em assentamentos agricolas indigenas onde a produção é distribuida diretamente a todas as partes e a politica centralizadora da produção é aquela aonde a produção é concentrada em grandes cidades e posteriormente distribuida.
Esse transporte ao centro distribuidor é responsável pela segunda maior parte de disperdicio de produtos , a maior parte do disperdício é aquele que fica parado na prateleira.
A Reformas nas cidades européias
Cidades como Londres, Paris e Berlin passaram por projetos de replanejamento industrial e despoluição dos rios. Apesar de não estarem com um nível de poluição tão alto quanto o de São Paulo, essas cidades são responsáveis pelo consumo da maior parte das riquezas produzidas em países pobres.Isso somente foi possível nesses países por que muitas das empresas poluidoras foram transportadas para os EUA e toda a América latina.
O caos vivido em Londres, apontado por Friederich Engels em seu livro “A situação da classe trabalhadora na Inglaterra “ passou a ser vivida em grandes cidades como São Paulo e Cidade do México.
A falta de recursos para as reformas necessárias nos países pobres, cria o atual cenário de descaso dos estados latino americanos com a infra-estrutura do país.
O descaso nas cidades latino-americanas
O Crise do Congestionameto
Entre os problemas causados pela irracionalidade do crescimento na cidade de São Paulo está o trânsito congestionado. O trânsito está associado à ausência de uma política efetiva de desconcentração das cidades, de geração de empregos e não de fuga de empresas que vão somente atrás de mão de obra mais barata.
Importância do estudo:
Nossas cidades estão se transformando em grandes “colméias prisionais humanas”. As pessoas são condicionadas cada vez mais a superlotação de metrôs e trens. Isso é fruto de uma política internacional de esvaziar os campos e inchar as cidades gerando cada vez mais a exploração do trabalho humano. O estudo será concentrado dentro da cidade de São Paulo, porém a abrangência vai muito além do simples sítio urbano de São Paulo.
A cidade de São Paulo, do ponto de vista ambiental é destacada pelos seguintes apectos:
São Paulo é a maior cidade do hemisfério sul. São Paulo é a capital econômica do 5 maior país do mundo.
Passou nos últimos
Metodologia
A finalização do trabalho será realizado com a apresentação do vídeo , resultado deste trabalho acadêmico: “ A Política de Destruição dos Recursos Naturais do Planeta”
O roteiro do documentário seguirá a linha de pesquisa do trabalho e terá divulgação gratuita pela internet. Os roteiro incluindo Madrid e Londres depende de auxílio pesquisa pela FAPESP, CNPq ou mesmo por meio de bolsa mestrado que estou concorrendo pela Secretaria de educação do Estado de São Paulo.
CRONOGRAMA
1 º Semestre de 2009
Tempo Atividade Local
JANEIRO
Pesquisa de Campo:
Pesquisa com populares e busca de informações e dados relativos à concentração industrial e urbanização da região.
RECIFE-PE
E
MANAUS - AM
FEVEREIRO
Edição de Vídeo
Recife - São Paulo
MARÇO
Levantamento Bibliográfico
Bibliotecas USP
ABRIL
Levantamento Bibliográfico
Bibliotecas PUC
MAIO
Levantamento de Dados
Visita ao IBGE busca de dados Industriais e Urbanos de São Paulo.
JUNHO
Levantamento de Dados
Visita aos órgão responsáveis da Prefeitura de São Paulo e do Governo do Estado de São Paulo na busca pelos dados de investimentos feitos em reforma Urbana.
2º Semestre de 2009
Tempo Atividade
JULHO
Pesquisa sobre a linha férrea São Paul-Riberão Preto e São José do Rio preto. Com o objetivo de identificar os eixos de urbanização e industrialização e a atual desconcentração industrial que avança sobre o interior de São Paulo. Estudar e conhecer as grandes empresas que controlam a produção de cana de açúcar com mão de obra semi-escrava nordestina.
Riberão Preto
São José do rio Preto
Araraquara
Campinas
Americana
Santa bárbara do oeste
Piracicaba
AGOSTO
Edição de Vídeos
E
Levantamento Bibliográfico
São Paulo: levantamento de livros de diversas bibliotecas públicas para pesquisa.
SETEMBRO
OUTUBRO
1º Semestre de 2010
JANEIRO
Filmagem
Rio de Janeiro
Santos
Curitiba
Florianópolis
Joinville
Porto Alegre
FEVEREIRO
Edição e elaboração da dissertação.
São Paulo
MARÇO
Elaboração da Dissertação
São Paulo
ABRIL
Elaboração da Dissertação
São Paulo
MAIO
Elaboração da Dissertação
São Paulo
JULHO
Filmagens e entrevistas com populares e professores de universidades.
Londres
e/ou
Madrid
e/ou
Cidade do México
AGOSTO DE 2010: Apresentação do documentário e defesa da dissertação.
REFERÊNCIAS
ENGELS, F. A situação da classe trabalhadora na inglaterra.
LACOSTE, YVES. Geografia do Subdesenvolvimento. ED. DIFEL 1985.
GEORGE, Pierre. Geografia Econômica
GEORGE, Pierre. Geografia da População ed. Difel
SPOSITO, M. Capitalismo e Urbanização
ANDRADE, Manuel Correa de. A Rede Urbana
GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América latina 4ª ed. Editora Paz e terra; Rio de Janeiro, 1978.
http://www.indianembassy.org.br/port/oportunidades_book/economia.htm
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cidade/conteudo_307952.shtml
http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=141&id_pagina=1
São Paulo, 2008.
“O dia em que a humanidade descobrir que sem chuva não se planta, o dia em que a humanidade descobrir que a árvore não é simplesmente uma “sombra”, o dia em que a humanidade descobrir que sem biodiversidade não há futuro para a vida, o dia em que a humanidade descobrir que tecnologia pode ser autodestrutiva, o dia em que o humanidade descobrir que música também é poesia, o dia em que a humanidade descobrir que dinheiro não se come... talvez o tempo tenha se esgotado para essa espécie.”
Dedico esse trabalho à todos que morreram lutando por um mundo de todos e não à aqueles que privam as pessoas de serem livres.
INTRODUÇÃO
Os Países de todo o mundo sofrem dificuldades econômicas, tais dificuldades são geradas de acordo com seus respectivos padrões de consumo, adquiridos pelos períodos de industrialização. Apesar do Brasil ter passado por períodos de crescimento e aumentado significativamente sua produção nacional, a situação de miséria e violência urbana pioraram.
É fato que todos os países que passaram pelo processo de industrialização tiveram problemas ambientais sérios. O aumento da produção industrial gera uma demanda de minérios, de madeira, de petróleo, de celulose e diversos outros recursos naturais. A agricultura dos países industrializados caminha cada vez mais para o uso de maquinarias e agrotóxicos, afetando diretamente na qualidade dos alimentos.
O Brasil foi alvo de grandes investimentos estrangeiros após os meados do século XX. Boa parte desse investimento foi feito em forma de empréstimos que se tornaram dívidas impagáveis.
Após a década do chamado milagre econômico brasileiro, apareceram as conseqüências de uma política de abertura do mercado à entrada do capital estrangeiro. As conseqüências dessa política de endividamento foram sentidas com os alto índices inflacionários do final da década de 1980. Os elevados índices foram criados pela ação do monopólio da produção na mão de empresas multinacionais e pela falta de ajuda ao setor da agricultura que mergulhou numa crise. A crise da agricultura resultou no inchamento das grandes cidades.
São Paulo e região metropolitana detém uma população aproximada de 20 milhões de pessoas. As implicações sobre o fato de 20 milhões de pessoas viverem em um círculo de aproximadamente 70 quilômetros de diâmetro, são graves. Doenças se propagam em meio a multidão, transito está parado e a quantidade de esgotos domésticos e industriais tiraram toda a vida dos rios que cortam a cidade.
O transito se transforma em um caos. O desenvolvimento dos meios de transportes associado à fama da cidade de São Paulo atraem novos moradores. Apesar de ter cessado o “boom” industrial e de muitas industrias estarem se deslocando para o interior, a cidade continua crescendo.
A dependência externa fez com que o capital fosse deslocado para os países ricos, gerando um déficit nos investimentos públicos em sistemas coletivos de transporte, priorizando os veículos individuais: carros.
São Paulo tem hoje o metro mais sobrecarregado do mundo, devido à ausência de investimentos efetivos.
OBJETO DE ESTUDO:
As causas do desastre Urbanístico, ambiental e industrial de diversas Metrópoles e megalópoles do mundo.
Os períodos de industrialização:
Os períodos de industrialização intercalam as revoluções industriais
1º Período de 1800 a 1900 aproximadamente.
O primeiro período de industrialização foi marcado pelo surgimento do processo industrial no mundo e da industrialização com capital nacional. Segundo Pierre George, os países de industrializados por capital nacional são: EUA, Japão, Europa ocidental(alemanhã, frança, holanda, etc...)
O primeiro país a adotar as novas técnicas de produção em massa foi a Inglaterra com a
1ª revolução industrial. Esse modelo de industrialização tomou conta de toda a Europa em 100 anos e ultrapassou os mares chegando aos EUA e ao Japão.
O interessante é perceber que as maiores potências imperialistas do mundo coseguiram se industrializar em 1 século de exploração colonial intensa.
Inglaterra
A maior potência imperialista da época foi também o país que teve o maior capital para investimento na industrialização, capital esse que foi adquirido sobre a exploração das colônias.
EUA
O norte dos estados unidos seguiu os passos de sua antiga metrópole e conseguiu concluir sua industrialização com capital nacional.
Japão
O Japão, como grande potência da época, tinha o controle sobre todo o litoral asiático, sobre a pesca, através de um forte exército que conseguiu derrotar a Rússia no século XIX.
O Japão percebeu a industrialização que se expandia sobre a economia dos países imperialistas do ocidente e buscou a sua industrialização em meados do Século XIX.
Sabendo o que estava ocorrendo dentro dos demais.
O Japão construiu grandes cidades, com gigantescos prédios em uma zona sísmica intensa. Atualmente Tókio e Osaca
França
Apesar do relativo atraso do desenvolvimento industrial em relação a Inglaterra, a França conseguiu efetivar sua industrialização com capital nacional. Dessa forma se consolidou como potência industrial no século XX.
Alemanha
Devido ao atraso em sua unificação, a industrialização se fez de forma tardia nos finais do século XIX. Apesar desse relativo atraso à Inglaterra, a Alemanha também se industrializou com capital nacional e por isso se tornou grande potência industrial no século XX.
Segundo período de industrialização
O 2º período foi marcado pela industrialização sem capital nacional, com capital extrangeiro.
Todos os países latino americanos, a áfrica do sul, o Egito e em especial os países da antiga URSS.
África do Sul
O país africano que mais recebeu imigrantes brancos foi também o que mais recebeu investimentos. A AFS se transformou em uma porta de entrada para as empresas ocidentais no continente. Cidade do Cabo foi palco dos maiores investimentos por parte de empresas multinacionais que buscavam os baixos salários pagos aos negros oprimidos pelo apartheid.
Brasil
O Brasil, como típica colônia do período mercantilista, foi proibido pela metrópole portuguesa, sob égide do império industrial britânico, de produzir qualquer tipo de produto industrializado até o início do século XX. Apartir do início do século XX os países ricos em conflitos entre as grandes guerras abriram brechas para o início da industrialização nas antigas colônias. Até a década de 1950 a maior parte das indústrias no Brasil apresentavam baixo grau de desenvolvimento tecnológico porém a maior parte do capital ainda era nacional. Foi apartir do Governo de Juscelinho Kubtshec que o Brasil abriu as portas para as empresas de capital estrangeiro, o que deixou a economia a economia e a política nacional cada vez mais dependente do exterior.
Apesar de todo o desenvolvimento industrial vivido no Brasil, o resultado para o meio ambiente foi nefasto. Praticamente todo o bioma da mata atlântica foi destruído nos anos de industrialização.
São Paulo foi o principal eixo de investimento industrial, porém todo o Brasil entrou na dinâmica do desenvolvimento da indústria.
A industrialização e urbanização resultaram em uma das maiores catástrofes ambientais da história da humanidade. A floresta atlântica, um dos biomas mais ricos do planeta, foi destruído e hoje sobram somente algumas manchas de floresta sobre relevos serranos que não interessaram a agricultura comercial. A agricultura intensiva foi implantada sem o questionamento dos efeitos nocivos na natureza.
URSS
Josef Stalin implantou um plano de industrialização a base da super-exploração do trabalho humano, em detrimento de uma casta burocrática da qual fazia parte. Dessa forma Stalin conseguiu fazer a maior revolução industrial já vista em um país. O fato da prioridade de investimento ser concentrada no setor industrial militar deixou o mundo em pânico no período da guerra fria. Dessa forma a revolução perdeu o foco do bem estar humano e se tornou um estado burocrático centralizado e repressor.
Dentro da Antiga URSS existiam alguns países que avançaram mais que outros em relação ao nível industrial. A Ucrânia foi um dos países altamente industrializados e infelizmente pagaram caro pela indústria nuclear.
O Terceiro período de industrialização
Inicia-se após a 3ª terceira revolução industrial quando o leste asiático passa a receber forte investimento estrangeiro.
Os países industrializados são os países da periferia do império japonês: China, Coréia do Sul, Taiwan, Philipinas, malásia, etc...
China
Com a criação das ZEE´S , a china optou pela mesmo caminho do Brasil da década de 1950. Sem se preocupar com o meio ambiente, as autoridades chinesas abriram o mercado chinês à especulação das grandes empresas. A busca pela mão de obra barata chinesa fez com que a partir da década de 1970 diversas empresas transnacionais se deslocassem de países latinos para a china.
Com muita mão de Obra e pouca tecnologia, a china formou uma contradição perfeita para o a entrada de capital. O governo comunista abriu as portas para a invasão do aumento da produtividade em troca da destruição dos recursos naturais.
Coréia do Sul
A Coréia do Sul foi o único país que atingiu elevado grau de IDH apesar de terem se industrializado tardiamente. Isso somente aconteceu devido a uma política internacional de imposição do capitalismo frente as antigas potências socialistas extintas. Ou seja, a industrialização e desenvolvimento da Coréia do sul foi consequência de uma política de luta contra o comunismo.
Os tigres asiáticos
A busca pela mão de obra barata atravessou as fronteiras da china e atingiu os chamados tigres asiáticos.
Características dos Países industrializados.
Países desenvolvidos
Segundo Yves lacoste em seu livro Geografia do Subdesenvolvimento, ele afirma que os termo “países desenvolvidos” e em “desenvolvimento”, foram criados por grandes empresas com o objetivo de criar uma falsa impressão de que desenvolvidos são os países industrializados, com alta tecnologia. Podemos desconsiderar esse termo pois as industrias poluidoras que foram deslocadas para regiões como o Brasil e a China, não trouxeram desenvolvimento dentro do meio ambiente,somente na economia. De nada vale a economia desenvolvida sem um meio sadio e o objetivo deste trabalho é justamente provar que o desenvolvimento econômico é o grande vilão do meio ambiente sustentável. Contribuindo para o pensamento de Yves Lacoste, podemos prever que assim como as empresas criaram o termo subdesenvolvidos para estimularem a industrialização dos países pobres, foi criado um novo termo para maquiar a poluição gerada pela industrialização.Esse novo termo é o chamado desenvolvimento sustentável. O Desenvolvimento sustentável é o novo termo apresentado pelas empresas como novo paradigma ambiental. Ou seja, quem sempre poluiu agora está querendo impor uma nova ideologia de crescimento e preservação do meio ambiente. O problema é que crescimento-desenvolvimento industrial e econômico sempre resultaram na destruição do meio ambiente.
Os países desenvolvidos, nos quais prefiro a denominação como países ricos,
A Urbanização como conseqüência do processo industrial
A indústria dos países ricos, produziram os implementos agrícolas que “modernizaram” a agricultura dos países pobres, e por sua vez geraram os grandes êxodos rurais em toda a América Latina. O surgimento das grandes cidades criaram condições para a formação de um classe operária urbana que logo atraíram empresas transnacionais.
A agricultura moderna pode ser qualificada como a grande responsável pela criação das grandes cidades poluidoras do século XX. Grandes cidades cresceram de maneira descontrolada duevido à ganância de grandes empresas. Grandes empresas que impuseram uma agricultura monocultura a base de pesticidas e tratores que dispensava o trabalho humano.
A Cidade
A cidade se comporta como um grande presídio onde as pessoas são presas a trabalhos degradantes, onde vivem em pequenos cubículos que aparentam celas. Além do trabalho vinculado a grande circulação de capitais, no interior das cidades, existe também uma não vivência com o meio de onde provêm os alimentos. Sem saber, muitos dos cidadães consomem os venenos que a moderna agricultura proporcionou com a monocultura.
A Urbanização imprimiu uma nova forma de produção: A produção industrial.
A agricultura trabalha a base de um novo processo industrial, onde o importante é a produtividade e não a qualidade do que estamos produzindo.
A inconsciência produtiva
A indústrias de papel não estão preocupadas se a produção da celulose gera resíduos tóxicos para os rios onde são despejados. A indústria de baterias continuam a produzir baterias de baixo rendimento com o objetivo de aumento de vendas e consequêntemente do consumo. O alto índice produtivo está relacionado com o desenvolvimento produtivo porém nao podemos crer que ele é racional. Afinal, é racional extimular a produmção de baterias radioativas? é racional aumentar o consumo de cobre por lâmpadas?
A dívida externa faz mal ao meio ambiente
O fato do país pagar boa parte de sua renda nacional em juros da dívida exige o país cresça sua economia constantemente para evitar crises rotineiras de abastecimento da população. O dinheiro que poderiam gerar empregos é desviado pelo pagamento da divida.
O crescimento econômico sempre esteve associado à destruição do meio ambiente.
A exigência constante de crescimento econômico exige com que o Brasil exporte mais para adquirir dólares, para o pagamento da dívida. A busca pelos dólares causa o desmatamento, seja pelo extração de madeira ou expansão da fronteira agrícola.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E REVOLUÇÃO VERDE
Quando o setor industrial surgiu na europa, a conseqüência sobre a agricultura demorou algum tempo até que ocorressem mudanças na estrutura agricola mundial. A agricultura esperava pela criação da indústria para a agricultura, para que posteriormente a agricultura adquirisse características industriais.
A introdução dos tratores criou novos desempregados do campo. O problema não era a dispensa do trabalho rural, mais sim a super-exploração encontrada nas cidades industriais do século XIX e posteriormente na América latina do século XX.
A revolução verde vai além dos tratores e passa uma nova exigência para os proprietários: Os produtos químicos.
A agricultura comercial aumentou sua produtividade através da revolução verde, quebrando os proprietários mais pobres e obrigando os médios proprietários a comprar os produtos químicos necessários para o aumento da produtividade.
O aumento da produtividade na agricultura resultou na diminuição do preço dos alimentos e possibilitou a industrialização. Ou seja, uma porcentagem de 15% dos seres humanos que vivem no Brasil são capazes de produzir alimentos o suficiente para os 85% que vivem nas cidades e para exportação.
Os rendimentos na agricultura são muito baixos fazendo que com os pequenos proprietários sejam um grupo social em extinção.
A produção agricola centralizadora fez com que a produçao de alimentos "horti-fruti", os chamados cinturões verdes. Assim os alimentos que consumimos dentro das cidades são produzidos bem próximo das mesmas. A volta das grandes cidades se localizam rios poluidos que são utilizados na irrigação dos nossos alimentos.
A Produção industrial da soja, do eucalipto, da celulose trouxe a imponência da política de produção centralizadora.
A politica centralizadora e a descentralizadora de alimentos:
A politica descentralizadora é aquela praticada em assentamentos agricolas indigenas onde a produção é distribuida diretamente a todas as partes e a politica centralizadora da produção é aquela aonde a produção é concentrada em grandes cidades e posteriormente distribuida.
Esse transporte ao centro distribuidor é responsável pela segunda maior parte de disperdicio de produtos , a maior parte do disperdício é aquele que fica parado na prateleira.
A Reformas nas cidades européias
Cidades como Londres, Paris e Berlin passaram por projetos de replanejamento industrial e despoluição dos rios. Apesar de não estarem com um nível de poluição tão alto quanto o de São Paulo, essas cidades são responsáveis pelo consumo da maior parte das riquezas produzidas em países pobres.Isso somente foi possível nesses países por que muitas das empresas poluidoras foram transportadas para os EUA e toda a América latina.
O caos vivido em Londres, apontado por Friederich Engels em seu livro “A situação da classe trabalhadora na Inglaterra “ passou a ser vivida em grandes cidades como São Paulo e Cidade do México.
A falta de recursos para as reformas necessárias nos países pobres, cria o atual cenário de descaso dos estados latino americanos com a infra-estrutura do país.
O descaso nas cidades latino-americanas
O Crise do Congestionameto
Entre os problemas causados pela irracionalidade do crescimento na cidade de São Paulo está o trânsito congestionado. O trânsito está associado à ausência de uma política efetiva de desconcentração das cidades, de geração de empregos e não de fuga de empresas que vão somente atrás de mão de obra mais barata.
Importância do estudo:
Nossas cidades estão se transformando em grandes “colméias prisionais humanas”. As pessoas são condicionadas cada vez mais a superlotação de metrôs e trens. Isso é fruto de uma política internacional de esvaziar os campos e inchar as cidades gerando cada vez mais a exploração do trabalho humano. O estudo será concentrado dentro da cidade de São Paulo, porém a abrangência vai muito além do simples sítio urbano de São Paulo.
A cidade de São Paulo, do ponto de vista ambiental é destacada pelos seguintes apectos:
São Paulo é a maior cidade do hemisfério sul. São Paulo é a capital econômica do 5 maior país do mundo.
Passou nos últimos
Metodologia
A finalização do trabalho será realizado com a apresentação do vídeo , resultado deste trabalho acadêmico: “ A Política de Destruição dos Recursos Naturais do Planeta”
O roteiro do documentário seguirá a linha de pesquisa do trabalho e terá divulgação gratuita pela internet. Os roteiro incluindo Madrid e Londres depende de auxílio pesquisa pela FAPESP, CNPq ou mesmo por meio de bolsa mestrado que estou concorrendo pela Secretaria de educação do Estado de São Paulo.
CRONOGRAMA
1 º Semestre de 2009
Tempo Atividade Local
JANEIRO
Pesquisa de Campo:
Pesquisa com populares e busca de informações e dados relativos à concentração industrial e urbanização da região.
RECIFE-PE
E
MANAUS - AM
FEVEREIRO
Edição de Vídeo
Recife - São Paulo
MARÇO
Levantamento Bibliográfico
Bibliotecas USP
ABRIL
Levantamento Bibliográfico
Bibliotecas PUC
MAIO
Levantamento de Dados
Visita ao IBGE busca de dados Industriais e Urbanos de São Paulo.
JUNHO
Levantamento de Dados
Visita aos órgão responsáveis da Prefeitura de São Paulo e do Governo do Estado de São Paulo na busca pelos dados de investimentos feitos em reforma Urbana.
2º Semestre de 2009
Tempo Atividade
JULHO
Pesquisa sobre a linha férrea São Paul-Riberão Preto e São José do Rio preto. Com o objetivo de identificar os eixos de urbanização e industrialização e a atual desconcentração industrial que avança sobre o interior de São Paulo. Estudar e conhecer as grandes empresas que controlam a produção de cana de açúcar com mão de obra semi-escrava nordestina.
Riberão Preto
São José do rio Preto
Araraquara
Campinas
Americana
Santa bárbara do oeste
Piracicaba
AGOSTO
Edição de Vídeos
E
Levantamento Bibliográfico
São Paulo: levantamento de livros de diversas bibliotecas públicas para pesquisa.
SETEMBRO
OUTUBRO
1º Semestre de 2010
JANEIRO
Filmagem
Rio de Janeiro
Santos
Curitiba
Florianópolis
Joinville
Porto Alegre
FEVEREIRO
Edição e elaboração da dissertação.
São Paulo
MARÇO
Elaboração da Dissertação
São Paulo
ABRIL
Elaboração da Dissertação
São Paulo
MAIO
Elaboração da Dissertação
São Paulo
JULHO
Filmagens e entrevistas com populares e professores de universidades.
Londres
e/ou
Madrid
e/ou
Cidade do México
AGOSTO DE 2010: Apresentação do documentário e defesa da dissertação.
REFERÊNCIAS
ENGELS, F. A situação da classe trabalhadora na inglaterra.
LACOSTE, YVES. Geografia do Subdesenvolvimento. ED. DIFEL 1985.
GEORGE, Pierre. Geografia Econômica
GEORGE, Pierre. Geografia da População ed. Difel
SPOSITO, M. Capitalismo e Urbanização
ANDRADE, Manuel Correa de. A Rede Urbana
GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América latina 4ª ed. Editora Paz e terra; Rio de Janeiro, 1978.
http://www.indianembassy.org.br/port/oportunidades_book/economia.htm
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cidade/conteudo_307952.shtml
http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=141&id_pagina=1
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Professores de bico calado!
Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de São Paulo:
Artigo 242 - Ao funcionário é proibido: I - referir-se depreciativamente, em informação, parecer ou despacho, ou pela imprensa, ou qualquer meio de divulgação, às autoridades constituídas e aos atos da Administração, podendo, porém, em trabalho devidamente assinado, apreciá-los sob o aspecto doutrinário e da organização e eficiência do serviço; (...) VI - promover manifestações de apreço ou desapreço dentro da repartição, ou tornar-se solidário com elas
Alguém tem dúvidas da maldita ditadura instalada na nossa sociedade?
mais informações:
http://www.contee.org.br/noticias/artigos/art187.asp
http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2007/10/15/298154973.asp
http://educarparacrescer.abril.com.br/politica-publica/lei-silencio-350211.shtml
ISSO SIM É LAMENTÁVEL!
Artigo 242 - Ao funcionário é proibido: I - referir-se depreciativamente, em informação, parecer ou despacho, ou pela imprensa, ou qualquer meio de divulgação, às autoridades constituídas e aos atos da Administração, podendo, porém, em trabalho devidamente assinado, apreciá-los sob o aspecto doutrinário e da organização e eficiência do serviço; (...) VI - promover manifestações de apreço ou desapreço dentro da repartição, ou tornar-se solidário com elas
Alguém tem dúvidas da maldita ditadura instalada na nossa sociedade?
mais informações:
http://www.contee.org.br/noticias/artigos/art187.asp
http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2007/10/15/298154973.asp
http://educarparacrescer.abril.com.br/politica-publica/lei-silencio-350211.shtml
ISSO SIM É LAMENTÁVEL!
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