sábado, 11 de outubro de 2008

Quem deve à quem?

O brasil paga uma dívida que nunca será paga.
Os juros é o roubo puro do trabalho alheio.
Você tem papel ou mesmo número no computador e dessa forma você empresta fazendo com que gere lucro através dos juros. Esse se um banco empresta 100 e recebe 110 isso siginifica que o banco roubou 10 por cento do trabalho alheio.
O estado brasileiro fez diversas dívidas com os antigos impérios colonialistas e atuais impérios capitalistas e quem paga isso é o povo brasileiro.
Os países ricos mataram os índios no brasil, depois trouxeram os negros escravizados, posteriormente expulsou os pobres da europa em crises geradas pela elite econômica européia. Aproveitaram do suor escravo e de assalariados de baixo rendimento para explorarem as jazidas de ouro e diamantes, e enviaram tudo para a europa para fazer a engrenagem do sistema capitalista.
A crises no início do século XX foram geradas para expulsar a superpopulação e gerar novos pólos de super-exploração da mão de obra européia na américa latina. Depois de povoar as américas com o seu excesso populacional, resolveram implantar ditaduras no final do século XX e criar dívidas impagáveis com o objetivo de uma neoescravidão: Obrigar os pobres a pagarem um algo que não assinaram o contrato.
Os governos militares impostos pelo próprio império criaram dividas com o império. É a mesma coisa que credor assinar em nome do devedor. Ou seja, foi o próprio FMI , através de militares capangas do sistema financeiro, que assinou o nosso contrato de dívida que pagamos até hoje.
A dívida externa é uma mentira!
Todo Brasileiro Nasce endividado, sendo que terá que pagar essa dívida atráves dos impostos pro resto de sua miserável vida.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Moeda desvalorizada = Pobreza acentuada

O dollar alto significa a maior exploração do trabalhador brasileiro. Não existe crise nenhuma! o que existe é uma grande armação entre as grandes empresas que quebram a concorrência e ganham dinheiro facil do governo!

domingo, 5 de outubro de 2008

A Guerra civil instalada no Brasil

No Brasil está em curso uma guerra civil, que cala a voz da juventude sufocada pela única fonte de renda altamente rentável: o tráfico de drogas. No Brasil morrem mais pessoas na guerra contra as drogas do que pelo próprio efeito da droga(overdose). Dessa forma compreendemos que o problema principal são as leis e não as drogas.
Muito além do tráfico de drogas, a guerra civil delimitou 2 classes sociais que se confrontam em nome de uma terceira mandante. Classificaremos o Brasil em 3 classes distintas:

Classe dominante ou parasitária: É formada pela Burguesia associada ao capitalimo internacional e a burguesia ascendente. A burguesia associada ao capitalismo internacional, são os velhos explorados do período colonial que se associaram as novas tendencias do imperialimo, e são uma engrenagem do capitalismo imperialista norte americano. A burguesia ascendente são aqueles que ainda nao se alianram ao capitalismo internacional, porém representam menos de 5% da riqueza burguesa. A maioria desses 5% é representado pelos políticos, traficantes de drogas, funcionários públicos de alto escalão: Juízes, Procuradores, Fiscais da receita, Políciais federais, entre outros que conseguem ascender principalemente através da corrupção interna do estado. Essa classe tem a "alma vendida ao capeta", ou seja, literalmente falando: venderam nosso país ao império e continuam fazendo isso.

Classe Média ou Meritistas: A Classe média é representada por uma faixa social que conseguiu alguma riqueza através de um grande esforço intelectual e fisico, através do chamado "trabalho honesto". São os grandes declamadores da meritocracia e por isso ficam cegos quanto a exploração pela classe parasitária. Sobre a classe média o meritismo germina como uma semente esperando a temperatura social correta para nascer: A árvore em questão é o fascismo. O ódigo contra os pobres, vulgarmete associados à criminalidade, gera as piores violências por parte do estado com apoio da classe média.

Classe Pobre ou os marginalizados: São pessoas que não tiveram o mínimo de oportunidades de estudo e trabalho digno e por isso não possuem o mínimo: Casa e comida de relativa qualidade. São escravizados por um salário mínimo ou entram para a marginalidade, em uma tentativa desesperada de fugir da escravidão imposta pelo sistema econômico.

Ocupação do Espaço por cada classe e função:

A Classe dominante vive em condominios fechados, prédios, mansões, que são superviagiados. Em poucos casos a classe dominante é incomodada pelos pobres, muito menos pela classe média satisfeita com o que consquistou. A classe parasitária também trabalha, mais não de maneira produtiva. Eles trabalham em cima da expeculação e roubo do trabalho alheio, além de cuidar de todos os níveis administrativos do estado, de maneira direta ou de indireta(lobbies).

A Classe média vive principalmente a volta dos bairros de luxo, formando uma verdadeira "muralha de proteção contra os bairros mais pobres. Por fazer divisão entre a classe dominante e a classe pobre, a classe média é a classe mais vulnerável a opinião. Infelizmente, pelo fato da televisão e dos meios de comunicação pertecerem a classe dominante, a maior parte da classe média defende os parasitas e não os superexplorados(pobres). A Classe média, apesar de toda sua alienação, é a classe que mais pratica o trabalho intelectual por ter condições e um elevado nível de estudos. Por isso, muitas vezes, ela cria pessoas que percebem a exploração por parte dos parasitas e passam a defender os mais pobres.

A Classe Mais pobre infelizmente é uma escola da marginalidade. Não é dificil perceber que essa classe sofre tão quanto os escravos no passado. Um salario mínimo mal garante a alimentação desse grupo social. Eles são atores e criadores dos espaços mais estigmatizados de nossa sociedade: As favelas. As favelas nada mais são que espaços onde as pessoas se aglomeram de maneira irracional e desesperada. Pelo fato da classe dominante não arredar pé da superexploraçao sobre essa classe, até mesmo o direito a uma moradia em um terreno plano e estável foi negado. A revolta desse grupo é representada pela ocupação e tomada de espaços antes pertecentes a classe dominante ou a classe média. Muita vezes a classe média é afetada pela ocupações e invasões, até mais que a classe dominante que detém muito mais terras. Isso se deve ao fato da classe média fazer a barreira de contenção contra os pobres e por sua vez morarem próximos às favelas.

As três classes entram em conflito social. Porém a classe parasitária praticamentenão reside no Brasil ou mesmo moram em locais inóspitos e superprotegidos, e por isso fogem da guerra civil, jogando classe média contra os mais pobres e vice-versa. Gerando uma guerra civil entre duas classes que no final favorece a terceira: A classe parasitária, cada vez mais forte e com controle social, econômico, religioso, político,etc...

sábado, 4 de outubro de 2008

A parada do código de barras II





"E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na testa, para que ninguém pudesse comprar ou vender senão aquele tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem o entendimento, calcule o número da besta, pois é o úmero de um homem. O seu número é 666" APOCALIPSE 13:16-18



Eis então o desespero dos seguidores da biblia que acreditam que o código de barras existe devido ao capeta. Sem duvida o mal é responsável pelo 666 do código de barras, mas esse mal não é sobrenatural, mais sim muito natural. Na história da humanidade, a classe social dominante sempre tomou conta de assustar o povo com objetivos de dar força a religiosidade, e essa é mais uma ação dessa elite que escreveu a bíblia. Nostradamos, previsões , apostolo João , blablablá... acordemmm!!!
Não é funcional as 3 barras do 666. As três barras estão no código somente para mostrar que está representando o capeta. Quem criou está nos ricularizando, e por isso temos que pensa-la como uma forma de dominação e controle do medo humano. O medo do sobrenatural!
A crença no "sobrenatural" sempre foi usada como forma de dominação da população.
Deus é o espelho do homem, ou seja , nós somos deus, nós criamos esse código! Apesar do dinheiro ser o capeta, ainda funciona a logica: O dinheiro é o capeta, mais se você quiser ver o capeta, é só jogar o seu fora. Ou seja, todos nós vendemos a alma ao capeta desde que nascemos, afinal quem vive sem dinheiro?
Saiba dar o golpe no capeta! vence-lo, lutar contra o sistema financeiro! ... pensar numa sociedade onde o dinheiro(capeta) não ira expecular o trabalho de outros seres humanos. O dinheiro é a prisão domundo moderno e as grades são os códigos de barra.

A parada do código de barras


Mais uma vez ridicularizados... O 666 utilizado nos códigos de barras são utilizados pelas igrejas que "viajam" sobre um futuro governo mudial.
Mal sabem os fiéis, que os infiéis que os guiam(pastores) não lhes contam sobre quem escreveu os "livros sagrados". Colocando paraionóia sobre chips implantados.
Para que chip implantado se o cartão de credito não causa dor e faz o mesmo papel? pra isso ja existem os cartões de crédito, para nos identificarem. O desligar do chip é o cancelamento do cartão. Ou Seja, as igrejas conseguem fazer o presente ser futuro, causando uma falta impressão da nossa realidade. As igrejas se aproveitam das brexas piadistas do sistema como do lance do código de barras 666....

olha a igreja pentecostal:
http://avivamentopentecostal.blogspot.com/2007/11/escatologia-nova-ordem-mundial.html

O solstício e o 666



Somos feitos de troxas e ridicularizados por uma elite "bem humorada".

Vários indícios apontam para que a história do 666 seja uma grande piada aonde a astrologia e a ganancia financeira, peço atenção para esse globo terrestre e suas respectivas angulações de 23,5 graus. 23,5º é a variação do solstício a norte e mais 23,5 para variação no hemisfério sul. em 90 graus de cada hemisfério. Retire 23,5 de 90 e você tem 66,1. Mais explicações em outro blog :
http://http://pagueimico.blogspot.com/2008_02_10_archive.html

O medo da crise

O medo da crise gera mais crise social que a própria crise econômica.
Mais uma vez uma crise ameaça a econômia capitalista e voltamos a pensar em suas causas. Mais uma vez as pequenas empresas quebram e as grandes as engolem. Temos muito mais perguntas que respostas em relação à essa nova crise. Sabemos que o monopólio é o que as grandes empresas mais querem, e as crises são um terreno fértil para o monopólio pois somente as grandes empresas sobrevivem as grandes crises.
O medo de uma nova crise de 1929 assusta mais que a própria crise, vira debate político e toma a cena frente outros problemas mais graves que do lucro das empresas: O preço dos alimentos.
Podemos criar várias hipóteses para analisar a atual crise:
1 - Insuficiência dos meios de produção: principalmente no setor agricola, sobrecarregado pela produção de etanol, soja, algodão, papel, etc... além do grande contingente populacional que demanda cada vez mais alimentos. A pergunta fica no ar pelos exploradores; como conseguir produzir produtos a preços baixos em países pobres se o preço dos alimentos sobem e as empresas são obrigadas a pagar melhores salarios para custear o aumento do preço dos alimentos.
2 - Falha estrutural do próprio sistema: Seja por meras crises cíclicas ou por uma análise mais profunda onde as crises são planejadas pelos grandes grupos empresariais interessados na compra da concorrência.
3 - Excesso de gastos com guerras: O preço da guerra do iraque seria o suficiente para triplicar a ajuda do governo americano às suas "pobres empresas falidas", afinal a ajuda às grandes corporações norte americanas são maiores que as verbas destinadas ao combate a fome pela ONU.
4 - Terrorismo dos Bancos que somem com os lucros e declaram falencia obrigando o governo a bancar o "prejuízo das falências".

Mais querendo ou não, o que gera a crise na realidade é o medo dos investidores de quedas constantes no mercado financeiro. Isso é gerado involuntariamente ou muito bem pensado pelas grandes corporações?
" Em uma crise muitos perdem para que outros possam ganhar, afinal é assim que o sistema funciona; Um só ganha quando outro perde é uma equação matemática social do sistema econômico capitalista."